Def Leppard: não é sobre sexo ou pelas drogas, é pela música

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Por Fernando Portelada, Fonte: Team Rock, Tradução
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O frontman do DEF LEPPARD, Joe Elliott, disse que a banda evitava o estilo de vida rock and roll durante a turnê mundial "Histeria" - porque estavam cansados demais dos shows.

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E eles não ligavam se pareciam ser chatos.

A banda estava no alto da fama com o lançamento de seu álbum blockbuster "Histeria" em 1987, mas eles decidiram se focar no desafio de fazer uma performance correta ao invés de se permitirem ceder às tentações.

Elliott falou à Maxim: "Era um show de duas horas e meia tão exaustivo que nós só queríamos ir para a cama."

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"Nós sabíamos que teríamos que trabalhar duro para fazer outro álbum tão bom quanto 'Hysteria live', porque haviam muitos overdubs. É como o QUEEN aprender a tocar 'Bohemian Rhapsody' ao vivo sem usar fitas e gravações na parte do meio. Então estávamos realmente focados nisso."

Ele adiciona: "Toda aquela coisa era fingimento, na verdade. Todos diziam: 'O que realmente queremos tirar disso? Queremos ser uma dessas bandas idiotas da Sunset Boulevard ou queremos ir atrás do THE WHO, STONES, BEATLES, PINK FLOYD, LED ZEPPELIN e QUEEN?"

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Elliott disse que no começo mais selvagem do DEF LEPPARD, a fama fazia as coisas serem mais fáceis: "Você encontra uma garota no bar e elas falam: 'Ok, vamos para cama'".

"Mas não era o foco. Não eram as garotas, ou as drogas ou a bebida - era a música. E 35 anos depois, ainda é."

"Eu não bebo, eu não ligo. Eu não uso drogas, sou casado, não transo com groupies. É sobre a música, eu sei que sou um cara chato, mas sou real, sou humano."

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