Corey Taylor: os metalheads são os filhos bastardos da música
Por Fernando Portelada
Fonte: Team Rock
Postado em 11 de fevereiro de 2016
O frontman do SLIPKNOT/STONE SOUR insiste que nenhum outro gênero se compara ao metal quando chega a um senso de comunidade e força, e diz que uma banda que consegue se tornar conhecida, é uma grande vitória para todo o movimento.
Ele disse ao The Guardian: "O que eu mais amo na comunidade do metal é o senso de camaradagem que vem com isso. Diferentemente de outros gêneros, existe um sistema de suporte e senso comum de apreciação por aquilo que todos estão lutando para conseguir."
"Parece que quando um de nós cruza uma barreira e vence, todos nós vencemos. Todos nós, coletivamente, somos tratados como os filhos bastardos pelo resto do mundo da música, então, todas as vezes que balançamos nossa bandeira na cara das pessoas, para mim isso significa que mais pessoas estão ouvindo o que eu realmente considero música."
"Você se acostuma a ser esse filho bastardo, vai de mãos dadas com a atitude e a energia revolucionária da própria música - o que faz você sentir algo, quer você queria e quer não."
Por mais que tenha esse sentimento caloroso em relação à comunidade, Taylor admite que o incidente de "White Power" com Phil Anselmo trouxe atenção a um problema.
Ele disse: "Eu sei que existe um problema no metal, e se resume a, ao menos na América, onde você nasce e a cultura que é passada por seus pais, amigos, família, adultos."
"É algo de geração. Eu achei que estávamos próximos de deixar isso para trás, mas infelizmente provaram que estava errado. Então eu me dedico a lutar contra isso. Com toda minha música - não algo especificamente do metal, mas chega à comunidade do metal. Ela se destacou pelo incidente que estamos falando."
"Vai demorar um tempo para erradicar o racismo do metal, porque a maioria dele não é racista."
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