Regis Tadeu: o impacto do Rising do Rainbow nos roqueiros de 1976

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Por Bruce William, Fonte: Regis Tadeu, Tradução
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No texto intitulado "Há 40 anos, o mundo de todo roqueiro virou do avesso com 'Rising', do Rainbow", Regis Tadeu fala sobre as quatro décadas do clássico álbum da banda de Ritchie Blackmore, confira no link a seguir. Alguns trechos estão mais abaixo.

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https://br.noticias.yahoo.com/há-40-anos-o-mundo-de-todo-roq...

A capa. Aquela capa. O impacto daquela imagem foi tão grande que demorou muito para que eu percebesse que o tal “Rainbow” era o mesmo que havia ouvido – e chapado – um ano antes. Demorei alguns minutos – que pareceram horas – para olhar a contracapa e ver que se tratava de mais um disco do sujeito que todos nós adorávamos naqueles tempos de 1976.

A gente já sabia que Ritchie Blackmore era turrão e briguento, que tinha saído do Deep Purple em 1974 puto da vida, principalmente por causa do redirecionamento musical que vinha sendo ditado pelo baixista Glenn Hughes. Então, ver toda uma banda remontada em torno dele e do Ronnie James Dio não foi surpresa para mim e para ninguém. Em um tempo em que encontrar um determinado LP importado era tão fácil quanto pegar um táxi dirigido por um avestruz – o que viria ser a internet era papo de ficção científica naquela época -, eu não fazia a menor ideia de quem eram o baterista Cozy Powell, o baixista Jimmy Bain e o tecladista Tony Carey. Não me importei com eles a princípio.

Aí eu olhava aquela capa e tentava observar os mínimos detalhes, como o guerreiro que está prostrado à beira do penhasco, observando a enorme mão a sair do mar e agarrar o arco-íris. Era coisa de moleque roqueiro em um tempo em que se prestava atenção aos mínimos detalhes em qualquer obra, musical ou não. Exatamente o contrário do retardamento mental que impera nos dias de hoje.

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Post de 02 de junho de 2016

Sobre Bruce William

Bruce William pensava em ser um motoqueiro rebelde mas descobriu que é um Wieder Blutbad nerd apaixonado por uma Fuchsbau. Avy jorrāelan, CatW!

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