Matanza: depois do fim, Jimmy London se junta à banda Rats

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Leonardo Daniel Tavares da Silva, Fonte: Press Release, Press-Release
Enviar correções  |  Ver Acessos

Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.

Conhecido pelas tabernas imundas dos quatro cantos do Brasil como cantor do Matanza, Jimmy London nunca foi homem de um projeto só. O gigante barbudo sempre deu suas bordoadas na TV, como apresentador, ator, comentarista e dublador. Com o fim do Matanza, Jimmy se uniu à banda brasileira que mais tem a sua cara, o Rats, para uma confraria ao som de banjo, que cheira a sargaços dos sete mares e a rum da pior qualidade. Rock de pirata (i)legítimo!

Matanza Inc: "Pode Ser Que Eu Me Atrase" foi criada em homenagem a Ace Frehley e KissSupernatural: ouça 10 músicas que marcaram a série

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Foto Felipe Diniz
Foto Felipe Diniz

Formada por veteranos do underground roqueiro carioca, a banda milita na área do irish punk, um rock com raízes irlandesas, melódico e temperado por instrumentos como acordeom e banjo.

"Conheço o Fernando Oliveira (responsável pelas cordas folks no Rats) desde o Canastra (outra joia do submundo carioca), ou mesmo antes", conta Jimmy. "Os outros caras também tocavam em bandas por aí, e foi natural eu começar a acompanhar o Rats".

Tão natural que o grandalhão foi o produtor do disco de estreia do quinteto (formado por Kito Vilela na guitarra e voz, Bruno Pavio no baixo, Pedro "Faucom" Richaid na bateria e Fernando Gajo no acordeom, além de Oliveira), Por terra, céu e mar, de 2016, com pérolas como "Quando eu bebo demais", "Saloon 79" e "O velho e o cão", músicas que compartilham a vibe de sucessos do Matanza como "Estamos todos bêbados", "Mulher diabo" e "Bota com um buraco de bala".

O Irish Punk Rock Hardcore Bucaneiro - como o Rats gosta de definir seu estilo - do grupo se encaixa como uma luva (de boxe, claro) na voz e no coração de Jimmy. E, para abençoar com uísque irlandês a união, Jimmy & Rats estrearam nos palcos como atração de abertura para o grupo Flogging Molly, de Los Angeles, um dos maiores expoentes mundiais do punk celta, em sua apresentação no Circo Voador, no Rio de Janeiro, dia 7 de outubro.

Antes do show, o grupo lançou no Youtube uma série de seis vídeos gravados ao vivo no Alto Estúdio. Vídeos estes que se tornaram um EP, intitulado Jimmy & Rats Ao Vivo no Alto Estúdio. No repertório, duas faixas inéditas de Jimmy London com Rats: "Do Meu Jeito" e "Naufrágio". O clássico do Matanza, "Tempo Ruim" e "Escárnio" que foi lançada no quinto disco do Matanza, mas é de autoria de Jimmy e Fernando Oliveira. A surpresa fica por conta da reinterpretação de "Redemption Song", de Bob Marley.

"Tem de tudo: músicas do Matanza, outras que compus com e sem o Fernando, novidades, parcerias nossas inéditas, covers puxados pro country, Irish e folk... Uma festa ao som de hardcore bucaneiro".

Jimmy & Rats é um barril de pólvora com o carvão, o enxofre e o salitre.

Ergam seus copos ao que está por vir!

Escute o EP:
http://smarturl.it/jimmyandrats

Assista Ao vivo no Alto Estúdio:
https://goo.gl/dsJvXW




GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Todas as matérias da seção NotíciasTodas as matérias sobre "Matanza"Todas as matérias sobre "Jimmy And The Rats"


Matanza Inc: "Pode Ser Que Eu Me Atrase" foi criada em homenagem a Ace Frehley e Kiss

Matanza: Dicas para não ser um idiota no showMatanza
Dicas para não ser um idiota no show

Matanza: Jimmy se arrepende de não ter falado com Lemmy, do MotörheadMatanza
Jimmy se arrepende de não ter falado com Lemmy, do Motörhead


Supernatural: ouça 10 músicas que marcaram a sérieSupernatural
Ouça 10 músicas que marcaram a série

Rhythm: os bateristas mais influentes de todos os temposRhythm
Os bateristas mais influentes de todos os tempos


Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

Mais matérias de Leonardo Daniel Tavares da Silva no Whiplash.Net.

adGoo336