RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

A homenagem que os Rolling Stones fizeram aos Beatles em uma capa de disco

Falecido há 40 anos, Phil Lynott estampa a edição atual da revista Classic Rock

Peter Criss lamenta não ter feito álbum com Ace Frehley fora do Kiss

Dave Mustaine relembra a forma inusitada como Jeff Young entrou no Megadeth

Wolfgang Van Halen diz que Eddie Van Halen era um compositor subestimado

Dream Theater não se importa só com técnica, garante Jordan Rudess

O solo de guitarra "colossal" que Brian May disse estar fora da sua alçada; "Nem em mil anos"

A banda que Robert Plant disse ter desperdiçado o próprio potencial

A música do Motörhead que marcou a vida de Marko Hietala, ex-baixista do Nightwish

Nirvana: "In Bloom" e o recado para quem canta sem entender a letra

Dream Theater vai desacelerar antes de trabalhar em novo álbum, afirma Mike Portnoy

A música mais brutal do Machine Head, segundo ex-baterista da banda

Nita Strauss anuncia gravidez do primeiro filho; "2026 vai ser o melhor ano"

O grunge não inventou o rock pesado - apenas chegou primeiro à MTV

A tragédia que fez nascer um dos álbuns de rock mais subestimados dos anos 1990


Bangers Open Air

Dream Theater: Petrucci comenta gravações do novo (e pesado) álbum

Por
Fonte: Rolling Stone
Postado em 24 de dezembro de 2018

John Petrucci detalhou o processo de composição e gravação do décimo quarto álbum dos veteranos do Prog Metal, Distance Over Time, em entrevista para a Rolling Stone. Leia um pequeno trecho abaixo.

Dream Theater - Mais Novidades

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 1

Rolling Stone: O que levou à sonoridade mais pesada e a uma abordagem mais sucinta na composição desse álbum?

John Petrucci: Muito disso deve-se ao fato de que queríamos uma abordagem mais orgânica no processo, e queríamos criar uma situação onde você tem todos os instrumentos ressoando juntos como num tipo de sala de ensaio. E acho que quando você faz isso, a coisa acaba tendendo à criação de uma música mais pesada. Porque você tem o amp da guitarra topado, e aí o Mike (Mangini) ouve o amp do outro lado da sala e responde àquilo em sua maneira de tocar, e aí outro cara da banda ouve o que Mike tá tocando e também responde em sua forma de tocar. Todo mundo interage com o outro musicalmente. E isso torna o álbum musicalmente ainda mais poderoso. Ao mesmo tempo, também sabemos que queríamos fazer um álbum mais curto, com músicas mais concisas. Não queríamos fazer um álbum com apenas três músicas. Queríamos várias. Então mantivemos tudo de forma bastante precisa e focada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 2

RS: A sonoridade desse álbum é, de alguma forma, uma reação à extensão de The Astonishing?

JP: Não sei se é bem uma reação. Quer dizer, The Astonishing com certeza foi diferente desse. Foi uma imensa peça conceitual que englobou duas horas e meia de música e demorou três anos entre escrever a história e compor as músicas. A gravação teve uma orquestra inteira e um coral e, tipo, 570 trilhas. E foi composto por Jordan (Rudess) e eu em um local privado, sentados com apenas um piano e uma guitarra, totalmente oposto ao que eu acabei de descrever, que é ter a banda junta em uma sala topando nossos instrumentos. Mas dizer que foi uma reação, eu não diria que isso é totalmente preciso. Foi mais tipo, "Ok, fizemos o que queríamos. Agora vamos fazer algo diferente".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 3
Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Stamp


publicidadeLuis Alberto Braga Rodrigues | Rogerio Antonio dos Anjos | Everton Gracindo | Thiago Feltes Marques | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Kako Sales

Mineiro de Januária, baterista autodidata, cresceu em ambiente familiar ligado à música popular e erudita. Seu pai chegou a fazer pequenas turnês com bandas da Jovem Guarda como tecladista no fim da década de 70. Aos 10 anos, iniciou os estudos de teoria musical e piano clássico. Teve o primeiro contato com o mundo do metal ao escutar o CD Angels Cry do Angra, aos 15 anos. Desde então tem se dedicado a conhecer, colecionar e difundir o melhor do metal brasileiro e mundial. Graduado em Letras/Inglês, principalmente por influência da língua-mãe do rock, tem como principais ícones do metal as bandas Angra, Symphony X, Dream Theater e Opeth.
Mais matérias de Kako Sales.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 4 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS