Kryour: lançando o debut Where Treasures Are Nothing
Por Ricardo Batalha
Fonte: ASE Music
Postado em 15 de maio de 2019
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Praticando um som versátil, entre o death metal melódico e o metalcore, Gustavo Iandoli (vocal e guitarra), Wesley Peira (guitarra), Gustavo Muniz (baixo) e Matheus Carrilho (bateria) apresentam "Where Treasures Are Nothing", trabalho conceitual que narra fatos do nascimento até a morte e aborda os valores humanos. "O repertório deste primeiro álbum do Kryour se forma em uma história de vida e retrata valores humanos sob a ótica da ansiedade e da depressão", observou Gustavo Iandoli. "Acredito que entrega e paixão o define, pois esperamos muito por esse momento e demos tudo na produção. As gravações foram bem detalhadas e deixamos com que as algumas ideias aparecessem dentro do estúdio. Assim, tudo foi fluindo da melhor maneira", acrescentou.

Sobre a concepção musical do Kryour, o vocalista e guitarrista explica que o estilo foi sendo moldado de forma natural. "Nós fomos criando sem muito compromisso a atender certos subgêneros do metal. Existem algumas influências individuais dos integrantes, mas seguimos com o que queríamos fazer. Uma grande referência que tivemos foi o Gojira, admiramos muito o trabalho deles e tivemos influência na parte da produção."

"Where Treasures Are Nothing" contou com produção a cargo de Diego Castro (The Ocean Revives, Purge, Abstracted, Summeria) e teve arte de capa de Carlos Fides (Almah, FlowerLeaf, Evergrey, Semblant, Noturnall, Trezzy, Silver Mammoth).
O material foi antecipado com o single e videoclipe "Restless Silence", que retrata a visão de uma pessoa cuja mente é acelerada e pensativa. "Por tamanha inquietação interna, ela não consegue se expressar direito e, então, vem a angústia. A falta de controle de seus pensamentos ocasiona impactos em sua vida e em seu comportamento, pois a ansiedade passa a pressionar respostas precipitadas sobre os objetivos e os planos de vida", explicou Iandoli.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Veja o clipe de "Restless Silence".
O repertório de "Where Treasures Are Nothing" é o seguinte:
Beginning of Innocence
Anxiety
Chaos of My Dream
Restless Silence
Theater of Destiny
Rainy
Falling In Oblivion
My Conjugué
The Leaving
When We Got To Go

"Existem algumas músicas instrumentais que dão uma dinâmica melhor para o repertório. Sempre terá uma música que pode atender quem quiser ouvir algo mais leve ou mais pesado. 'Anxiety' e 'My Conjugué' têm uma intensidade um pouco maior do que as outras, enquanto 'Theater of Destiny' tem um peso maior por conta da afinação mais baixa que usamos na gravação. Porém, sinto que 'The Leaving' carrega algo muito especial, uma motivação que talvez não consiga explicar. Tudo tem uma perspectiva mais humana, além do acúmulo de aprendizados e progressos pessoais", concluiu Gustavo Iandoli.
Site relacionado:
https://www.facebook.com/kryour/

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