Delinquentes: Banda paraense de crossover lança novo disco, Infectus Humanus

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Por Jayme José Pontes Neto
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Gravado em meados de 2018 por Kleber Chaar no Fábrika Studio. Produzido por Camillo "Turbo" Royale. Mixado e masterizado por Gustavo Vazquez (Rocklab Produções – GO).

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Arte Capa/encarte: John Bogéa
Edição gráfica: Paulo Victor Magno
Fotos do encarte: Rafael Bruno e Ítalo Brito
Fotos de divulgação: Victor Peixe
Lançamento: Na Music, Distro Rock e Orleone Records (SP)

"Infectus Humanus" significa "O Ser Humano Infectado" em latim. É o nome mais apropriado para descrever o atual estágio da humanidade nesse planeta que vivemos. Infectado pelo retrocesso cultural e mental, pela crescente desigualdade social e pela própria decadência humana. Também é o nome de uma música da banda Delinquentes que deu origem a sua primeira demo-tape (Infecto Humano), ainda em 1988 e que circulou bastante no cenário independente naqueles anos. Agora, novamente empresta seu forte significado ao nome do novo material da banda. Depois de 2 discos FULL, um DVD (gravado ao vivo na praça da república) e inúmeros singles virtuais e clipes, a banda chega ao 4º trabalho com bastante fúria nesse que é o mais bem produzido ao longo de quase 3 décadas e meio de existência.

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Depois de um ano de ensaios e gravações intensas, eis que o resultado sai em forma de 11 faixas, aonde o estilo raivoso do punk hardcore se mescla com a técnica do thrash metal resultando num autêntico e peculiar crossover, tendo como temática as letras contestatórias cada vez mais atuais, de acordo com o atual momento político do país e mundo.

O disco teve algumas participações preciosas como os riffs precisos de guitarra do próprio produtor Camillo Royale (banda Turbo); o violoncelo da Amanda Alencar (orquestra de Violoncelistas da Amazônia), isso por si próprio já inesperado para o estilo punk; os vocais poderosos do José Lucas (banda Sokera) e até um inusitado coral de quase 50 pessoas, na música Brasil Mitômano.

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Outra particularidade do disco é que ele foi, mesmo não intencionalmente, a despedida do guitarrista Pedrinho, que após quase 2 décadas contribuindo com excelentes músicas, deixou seu posto para o agora caçula na banda Paulo Henrique (vindo de grupos paraenses como Sokera, D.N.A. e All Still Burns). Jayme Katarro (vocal), Pablo Cavalcante (baixo) e Raphael Lima (bateria) são os outros 3 que gravaram o disco e integram a banda.

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A banda segue agora divulgando o novo material, com alguns shows já marcados pelo interior do estado e boas expectativas de circulação pelo país.

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Sobre Jayme José Pontes Neto

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