Violencia Cega: Horror Punk baiano com estilo próprio (entrevista)
Por Vicente Reckziegel
Postado em 19 de agosto de 2021
A entrevista de hoje é com a banda baiana Violencia Cega, cuja resenha de seu mais recente album, "Vida Suja Insana" foi publicada poucos dias atrás aqui mesmo.
Formada por Chris (vocal), Ruebster (bateria), Raed (guitarra), Vitor (baixo), o quarteto é um dos pioneiros do Horror Punk na Bahia, e aqui contam mais sobre a trajetória da banda e sobre o disco "Vida Suja Insana".
Vicente - Vamos começa falando sobre a formação da banda. Como foi o início de tudo e como chegaram ao nome violência Cega?
Violência Cega - A banda começou em meados de 2007 com Chris Gomes e Ruebster Assis. À época, contava com uma formação diferente: Ruebster Assis na guitarra, Ivan na bateria, Marcos no baixo e Chris Gomes nos vocais. Essa foi a primeira formação da Violência Cega. O nome surgiu de maneira inusitada, veio através de uma resenha com o nosso atual batera e o primeiro baterista durante um ensaio. A banda ainda não tinha nome, então Ruebster Assis estava tocando bateria e o Chris disse: "Que violência cega pra tocar desse cara!". E o nome pegou.
Vicente - A banda é conhecida principalmente pelo estilo Horror Punk essa foi a proposta da banda desde o começo?
Violência Cega - Não. No começo tínhamos uma proposta mais Thrash punk/Crossover. O horror punk veio depois.
Vicente - Vocês lançaram seu segundo disco " Vida Suja Insana " nós conte um pouco como foi todo o processo de composição do mesmo.
Violência Cega - As letras do disco foram compostas em sua maior parte pelo Ruebster Assis. Todos vocais do disco foram gravados em casa. O instrumental (guitarra, baixo e synths) foi gravado por Raed, que também fez todo processo de mixagem e masterização. O processo de composição das músicas começou em meados de 2019, sendo finalizado no início de 2020. A pré-produção do disco foi feita em Belo Horizonte, no estúdio da KGC. As composição ganharam uma maior qualidade com o toque do Raed, com a entrada do Vítor Mendes "Vader" ganharam uma nova vida.
Vicente - Vida Suja Insana teve a produção Do guitarrista Raed acreditam que todo esse processo ficou mais fácil, já que tudo ficou em "casa" por assim dizer?
Violência Cega - Com certeza foi uma experiência incrível! Ficou muito mais fácil todo o processo pra banda, Raed é um profissional dedicado e muito criativo, está sempre de olho no que é tendência, novidades no que diz respeito à produção. Também é um letrista e músico excepcional.
Vicente - Qual acreditam ser a principal diferença entre o " Vida Suja Insana " e o Debut?
Violência Cega - A Principal diferença entre o "Assim Começar O Terror " e o " Vida Suja Insana". Passa muito pelo processo de criação. Foram processos totalmente diferente, e isso que a gente gosta estamos sempre buscando desafios.
Vicente - Com a pandemia, todos o setores econômicos ficaram prejudicados, mais a música foi um dos mais prejudicados. Como vocês analisam tudo que aconteceu e o quanto foi prejudicial a banda sem poder tocar.
Violência Cega - A pandemia nos afetou bastante. Não pudemos fazer shows para a turnê do álbum Vida Suja Insana e ficamos bastante tempo sem ensaios e reuniões. Aos poucos estamos voltando às atividades e esperamos que logo mais tudo isso passe completamente para que voltemos completamente à ativa. Estamos loucos para voltar aos palcos.
Vicente - Em poucas palavras o que acham das seguintes bandas:
Ramones = Referência, influência, Representa uma geração.
Misfits = Atitude, Pais do Horror Punk, uma banda além do seu tempo.
Raimundos = teve sua importância dentro do rock nacional.
Zumbis do Espaço = Foi quem trouxe o horror punk ao público brasileiro uma lenda do punk Rock nacional.
Vicente - por fim deixe um recado para todos que curtem ou querem conhecer mais sobre a banda.
Violência Cega - Nós somos a Violência Cega estamos em todas as plataformas digitais. Sigam-nos em todas redes sociais: @violenciacega. Se inscreve no nosso canal do YouTube! pra quem já conhece e curte nosso som, valeu a todos vocês, sem vocês a Violência Cega não é nada.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Tony Iommi (Black Sabbath) fala sobre seu melhor amigo, Brian May (Queen)
O metal do Angra respira: Alírio Netto e banda em noite iluminada.
A melhor introdução de bateria de todos os tempos, segundo Gastão Moreira
A opinião de Bruce Dickinson sobre o Cannibal Corpse em 1994
Bill Ward não quis participar da turnê de despedida do Black Sabbath
Curitiba ganha "Cidade do Rock" e recebe festival com gigantes do rock nacional anos 1980
Baterista do Linkin Park tenta tocar Paralamas e é detonado: "João Barone dá de mil nele"
O álbum definitivo do Dream Theater, na opinião do vocalista James LaBrie
O que o Nightwish pedia para Anette Olzon mudar no palco, segundo a própria
A canção dos anos 60 que Geddy Lee diz ser "heavy metal antes de existir heavy metal"
O curioso conselho de James Hetfield para vencer a bebida e ficar sóbrio para sempre
O Europe cansou de tocar "The Final Countdown"? Joey Tempest responde
Eddie Kramer contou o que o Kiss negou por anos sobre o disco ao vivo "Alive!"
O disco dos anos 70 que David Ellefson considera perfeito
Falling in Reverse lança "Joseph" com Corey Taylor e Serj Tankian em colaboração inédita
A diferença indiscutível entre ruptura dos Titãs e do Sepultura, segundo João Gordo
A capa dos Beatles que seria sem graça, mas ficou genial graças a um feliz acidente
O dia que Paula Toller deixou muito claro que não curte comparações com Madonna

O recadinho provocante que vocalista do Huntress deixou ao Megadeth
Metal Up Your Ass: Os primórdios do Metallica
Fotos de Infância: Cliff Burton, do Metallica
O significado de "voz que gira bailando no ar" em "Tente Outra Vez" de Raul Seixas
Quando Roberto Carlos foi alfinetado por Raul Seixas, mas o Rei gostou do que ouviu
Iron Maiden: pastor evangélico tem 172 tatuagens da banda



