Livy: "Baby, é o fim do mundo", novo single é lançado em videoclipe
Por Paola Zambianchi
Fonte: Farol Music Assessoria
Postado em 20 de julho de 2022
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
LIVY, cantora e compositora paulista, é um aglomerado de experiências. É o resultado da menina curiosa que conheceu Dire Straits com o tio descolado e Robert Plant com a mãe setentista. LIVY é bastante sobre harmonia, mas é mais ainda sobre letra e significado. E foi assim, com esse espírito, que surgiu o single "Baby, é o fim do mundo", lançado nesta terça-feira (19) nas principais plataformas digitais.
Influenciada por Johnny Cash, Alex Turner, Lana Del Rey, Billie Eilish e Nina Simone, LIVY é uma antena aberta, que capta toda frequência próxima dela, refina e transforma em rádio própria. "Do eco do Blues carregado pelos negros do Mississipi até a percepção de um Caetano em terra brasileira — tudo me atrai e é útil na hora de transmitir uma mensagem. Considero meu trabalho como exitoso quando acesso, de alguma maneira, outra alma humana. E música é sobre isso. Conectar, revirar, reconstruir e resgatar", explica.
Segundo a compositora, "Baby, é o fim do mundo" é uma reflexão interna, que apesar de falar sobre algo subjetivo e íntimo, tem como centro, um assunto mais pesaroso e coletivo que descreve de forma melancólica um mundo distópico. "As ruas haviam sido esvaziadas, lockdown instaurado. Temi pelo futuro e a única coisa que consegui fazer foi sentar e cantar pra pessoa que eu amava, mesmo a 10 mil km de distância: ‘Baby, é o fim do mundo’", conta LIVY, que coloca os acordes pra fora, como uma tentativa de anestesiar a dor. "Na História, a Humanidade sempre renasce após um longo período de escuridão. Que os dias sombrios nos renovem para uma melhor versão de nós mesmos. ‘Baby, é o fim do mundo’ é o meu pequeno renascimento nascido da minha escuridão. Espero que inspire às pessoas a fazerem o mesmo", revela.
A faixa, com produção musical de Ge Marzzano e masterização de Brendan Duffey, ganhou ainda um videoclipe. "Não queria nada ensaiado, queria cortar excessos. No fim do dia era tudo sobre uma menina e um violão numa cidade fantasma, compondo música sobre amores iludidos, no fim do mundo, em uma casa de madeira. E assim foi".
Crédito: Matheus Augusto
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Resurrection Fest anuncia primeiras 72 atrações para edição 2027
Cinco shows imperdíveis que rolarão no Bangers Open Air 2027, por Mateus Ribeiro
Os três melhores discos do Black Sabbath, de acordo com a Classic Rock
Com 110 atrações já confirmadas, Graspop Metal Meeting atualiza cast para 2027
De Black Sabbath a Gojira, 10 músicas que começam com riffs de guitarra inesquecíveis
A música do Guns N' Roses que é híbrido entre Steven Adler e Matt Sorum, segundo Frank Ferrer
O único ex-colega do Deep Purple que David Coverdale considera um irmão
Tom Morello se manifesta sobre virada democrata nos Estados Unidos
Bono (U2) explica recusa a encontro para conversa com Donald Trump
A banda que Max Cavalera considerava a "versão brasileira do Iron Maiden"
Sepultura se aproxima do último show - banda prepara despedida após mais de 40 anos de história
A briga com Bruce Dickinson que quase faz Nicko McBrain largar o Iron Maiden
Joe Satriani não acreditava ser o guitarrista ideal para tributo a Eddie Van Halen
O riff pesado do Queen que muitos atribuem a Brian May, mas foi criado por Freddie Mercury


As dez melhores bandas da era Grunge segundo o Loudwire
Led Zeppelin: A inspiração por trás do clássico "Kashmir"
Simone Simons: a nudez na capa de Divine Conspiracy
O verso de "Igreja" que fazia Arnaldo Antunes deixar palco dos Titãs por desconforto
James Hetfield aponta suas quatro bandas de Rock favoritas
Engenheiros do Hawaii e as tretas com Titãs, Lulu Santos, Lobão e outros


