O músico do Titãs que não seguiu no futebol por causa do pai, que torcia para outro clube
Por Bruce William
Postado em 29 de maio de 2023
Charles Gavin, baterista dos Titãs, teve seu caminho cruzado pelo futebol antes mesmo das baquetas. Durante sua infância, ele sonhava em se tornar jogador e até passou em duas etapas de uma peneira do São Paulo FC. No entanto, seu pai, fervoroso torcedor corintiano, colocou um obstáculo em seu caminho, o que o levou a se dedicar à música. A informação é do UOL.
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O músico revelou que aos 14 anos ele foi aprovado em um teste para o São Paulo. Levado por um vizinho que era conselheiro do clube, Charles participou da peneira ao lado de outros garotos com quem jogava na rua. No entanto, seu pai se opôs à ideia de treinar no Morumbi, argumentando que a distância seria um entrave para o menino que vivia na Vila Mariana. "Ele falava que era muito longe, que eu era muito jovem. Meu pai tinha medo, mas, na real, ele era corintiano roxo e não queria que eu treinasse no juvenil do São Paulo. Não me apoiou, e eu não voltei", declarou o baterista ao UOL.
Na tentativa de seguir sua paixão pelo futebol, ele buscou uma oportunidade na Portuguesa, mas também não obteve sucesso. A possibilidade de participar de uma peneira no Corinthians, time do coração influenciado pelo pai, nem sequer foi considerada devido à distância de Itaquera. Charles decidiu então iniciar sua jornada na música, começando a tocar bateria aos 16 anos.
E, coincidentemente, foi durante uma partida amistosa envolvendo o Titãs em um campo acidentado de um hotel que Charles decidiu pendurar as chuteiras em 1993. Enquanto o grupo estava em turnê em São José do Rio Preto, eles decidiram enfrentar a equipe técnica em um jogo de futebol. Infelizmente, o baterista acabou pisando em um buraco e machucando gravemente o joelho, rompendo o ligamento cruzado. Para não comprometer seu trabalho musical, Charles optou por não fazer a cirurgia necessária. Desde então, ele nunca mais jogou futebol, mas continuou sua carreira como músico.
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