Empresário explica como decisão errada do Barão Vermelho prejudicou imagem da banda
Por Gustavo Maiato
Postado em 22 de maio de 2023
Mudar de vocalista é sempre complicado e no caso do Barão Vermelho a saída de Frejat e entrada de Rodrigo Suricato foi comunicada por meio do jornal O Globo, no Segundo Caderno. De acordo com o empresário Luis Felipe Couto, isso não foi muito legal. O assunto surgiu em entrevista ao Corredor 5.
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"Lidar com uma banda, como o Barão Vermelho, é diferente de lidar com artista solo. São quatro artistas que tenho que lidar. É uma democracia de seis. São os quatro integrantes e também eu e o Duda, da equipe. Se quatro toparem, a coisa vai acontecer. A escolha do repertório do disco deles agora foi assim. É uma democracia do bem. Isso flui maravilhosamente bem.
Quando eu era pequeno, fugia de casa para ver show do Barão, ainda com o Cazuza. Trabalhar com esses caras para mim vai num lugar que não tem preço. Quando o Rodrigo Suricato entra no Barão, eu era empresário dele. Eu precisava planejar a carreira dele e o Duda, que era do Barão, resolveu trabalhar junto comigo. Me juntei ao Barão. Não bastava uma capa no Segundo Caderno ou um programa de TV porque tem gente do mercado, contratante, que pergunta se o Frejat está na banda. É uma comunicação fragmentada. Já se foram cinco anos que ele saiu. Começamos a construção do Barão em 2017 e é um dos shows mais incríveis do pop rock atual.
Eu não estava com eles ainda e eles optaram por comunicar ao mercado que o Frejat estava saindo e o Rodrigo entrando com uma entrevista para o Segundo Caderno que foi capa. Só que, na minha opinião, isso tinha que ser feito num local que pudesse mostrar música nova. Mostrar o Rodrigo naquele lugar. Quando você diz o que está fazendo e não mostra na música, você vai ter uma capa dizendo: ‘O Barão perdeu a alma’. O Mauro Ferreira, que é um gênio do jornalismo, quando vai no primeiro show, se encanta e tem que falar que a banda não perdeu a alma, pelo contrário. É um processo de longo prazo".
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