Andreas Kisser diz que Sepultura se dividiu porque faltou "falar na cara e sair na porrada"
Por Gustavo Maiato
Postado em 19 de maio de 2023
Morre Phil Campbell, guitarrista que integrou o Motörhead por mais de 30 anos
A saída de Max Cavalera do Sepultura marcou um momento crucial na história do metal brasileiro e da própria banda. Após anos de dedicação e contribuições inegáveis para o desenvolvimento do thrash metal, a decisão de Max de seguir um caminho separado gerou impacto na comunidade musical e nos fãs leais do Sepultura.
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A relação entre Max Cavalera e seus ex-colegas de banda ficou tensa ao longo dos anos, devido a diferenças criativas e pessoais. No entanto, foi em 1996 que a separação oficial ocorreu, deixando os fãs chocados e divididos. Max, com sua voz distintiva e presença de palco enérgica, era um ícone para muitos seguidores do Sepultura, e sua saída representou uma mudança significativa para o som e a identidade da banda.
Em entrevista ao Estúdios Panelaço, apresentado por João Gordo, Andreas Kisser foi questionado sobre os rumos que a banda teria tomado caso mantivesse a formação. Em sua resposta, o guitarrista disse que naquela época faltou "falar na cara e sair na porrada" para acertar os impasses.
"Se não tivesse quebrado onde quebrou, ia quebrar um pouco mais para frente. Com certeza, não dava. Eu acho que muitas vezes faltou entre a gente discutir, falar um na cara do outro, perguntar, sair na porrada de repente. Sempre deixávamos as coisas para amanhã. Era jogar para baixo do tapete e amanhã resolvia.
Hoje, temos essa conversa tranquilamente. Em relação à parte musical, nunca tivemos problemas. Sempre falamos e tal. O lance é falar de grana, de como vai pagar o ônibus, como será a camiseta. Ninguém queria conversar e me incluo nessa. No ‘Roots’, o Max pegou o ônibus só pra ele. Sepultura não é isso, nunca foi. Não ia funcionar, tanto que não funcionou".
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