Regis Tadeu analisa os dez anos de lançamento do "13", último álbum do Black Sabbath
Por Bruce William
Postado em 21 de junho de 2023
Em um vídeo no seu canal do youtube, o jornalista e crítico musical Regis Tadeu comenta o décimo aniversário do álbum "13" do Black Sabbath. "Primeiro eu preciso falar para vocês que eu tenho uma regrinha básica de convivência que nunca deu errado. Eu nem dou a mão e muito menos um singelo 'bom dia' para quem se orgulha de detestar o Black Sabbath, simples assim. Porque tal atitude da minha parte me livra de ter que lidar com os paspalhos de sinais, esses roquistas de araque", diz Regis, que expressa sua opinião de que o disco ainda soa melhor com o tempo, destacando a produção de Rick Rubin, que buscou trazer de volta a sonoridade dos anos 70 da banda. Regis elogia a performance do baterista Brad Wilk, que substituiu Bill Ward, e destaca a qualidade das músicas em si.
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Regis menciona, dentre outras, a faixa de abertura, "End of the Beginning", que recria o clima fantasmagórico da lendária música "Black Sabbath", e elogia o modo como o álbum resgata certos elementos do passado da banda. "Inclusive, essa música, cara, quando ela fica mais acelerada da metade em diante, não tem como você não lembrar dos tempos do álbum 'Sabotage'". Regis destaca também a música "God Is Dead", lúgubre e que teria deixado o falecido Ronnie James Dio satisfeito. "Essa música deve ter deixado o espírito do Ronnie James Dio muito feliz e até com uma pontinha de inveja ao mesmo tempo. Essa canção poderia ter sido facilmente incluída no subestimadíssimo 'Mob Rules', que é o disco de 1981. Na hora que o Tony Iommi manda um riff cabulosíssimo no meio da música, inclusive, é um riff que é primo daquele que foi utilizado em 'Hole in the Sky', na hora que ele manda esse riff, você tem que se ajoelhar e se render".
No resto do vídeo, Regis menciona a influência de músicas antigas do Black Sabbath em algumas composições, como "Loner", que tem semelhanças com "N.I.B.", elogia os solos de guitarra de Tony Iommi, que trazem sua marca pessoal, e a habilidade meticulosa de Geezer Butler em preencher os espaços em cada música com o baixo. Regis comenta sobre a mixagem do álbum, que alguns criticaram por estar limpa demais, mas defende o som e destaca a qualidade vocal de Ozzy Osbourne, mesmo após tantos anos de carreira. Por fim, Regis conclui que "13" é um álbum clássico, que merece ser ouvido e apreciado junto com as gerações futuras. Confira no player abaixo.
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