A letra do Metallica que James Hetfield deixa modéstia de lado e compara com Led Zeppelin
Por Gustavo Maiato
Postado em 17 de dezembro de 2023
O Metallica é reconhecido como uma das bandas de metal mais importantes da história, mas certamente muitos fãs acabam prestando mais atenção na parte instrumental do que na profundidade das letras.
Em entrevista publicada pela Far Out, James Hetfield, vocalista e guitarrista, comentou um pouco sobre músicas do Metallica que ele se orgulha de ter feito. Ele elege "Unforgiven II", do álbum "Reload" (1997) como uma de suas letras favoritas, chegando a comparar, sem falsa modéstia, aos trabalhos de Jimmy Page no Led Zeppelin.
"Estávamos tocando a música que queríamos ouvir. As pessoas não entendem quão importantes são as coisas no momento em que você as faz, até mais tarde, o que é ótimo, porque se pensássemos que era tão importante, teríamos estragado. Conseguimos realizar coisas incríveis, com sensações diferentes. Há algumas músicas que meio que esquecemos, mas são incríveis. Acho que 'Bleeding Me' é um desses momentos. Acho que 'Outlaw Torn', acho que 'Fixer'. Um pouco dessas músicas épicas, meio instrumentais com letras. O terceiro verso em 'Unforgiven II'. Quando se desintegra e vem aquele wah-wah-wah, o pequeno wah, estou tocando essa parte e Bob Rock está fazendo o wah, foi como, 'Uau, agora somos profissionais!' Parece... é quase como Jimmy Page. Estávamos entrando no reino do Zeppelin naquele momento".

A letra de "Unforgiven II"
Em matéria de Mateus Ribeiro, o jornalista explora os significados das três "Unforgivens" lançadas pelo Metallica.
Lançada em 1991 como a quarta faixa do álbum autointitulado da banda, "Unforgiven" é uma balada pesada e melancólica que se destaca desde os primeiros segundos. O ruído quase ensurdecedor, a introdução delicada no violão e o riff com clima de faroeste/drama tornam os momentos iniciais da música verdadeiramente épicos. A voz emotiva de James Hetfield narra a batalha interna de alguém que luta para ser autêntico.
A segunda parte, presente no álbum "Reload" de 1997, é uma das poucas joias do disco. O clima épico da primeira parte cede espaço para uma sequência mais radiofônica, mantendo a melancolia ao explorar sentimentos complexos, mas sem o impacto da original.
A mais extensa das três partes, lançada em "Death Magnetic" (2008), contribui para a redenção da banda. A introdução tensa e os elementos orquestrais lembram a grandiosidade da primeira parte. Liricamente, a canção explora os medos e conflitos internos de alguém em busca de autodescoberta.
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