Rudolf Schenker, do Scorpions, diz que baterista James Kottak era uma pessoa fantástica
Por Mateus Ribeiro
Postado em 18 de abril de 2024
O músico alemão Rudolf Schenker, guitarrista e fundador da lendária banda Scorpions, participou do programa "Trunk Nation With Eddie Trunk", em edição que foi ao ar no dia 12 de abril. Durante o programa, Rudolf falou sobre James Kottak, baterista que fez parte do Scorpions e faleceu em janeiro de 2024.
Scorpions - Mais Novidades
"James era uma pessoa fantástica. Nós o chamávamos de irmão de outra mãe. Tocar com ele foi ótimo e fantástico", afirmou Rudolf, em transcrição publicada pelo site Blabbermouth.
Rudolf também falou que ele e seus parceiros tentaram ajudar Kottak a se livrar do álcool e de outras drogas, porém, tiveram dificuldades.
"Quando ele estava começando a lutar, foi difícil mandá-lo para [o centro de tratamento de drogas e álcool de Eric Clapton, Crossroads]. E tentamos tudo que pudemos, mas no momento em que você virava as costas, ele já havia partido", relatou Schenker.
O guitarrista do Scorpions também falou sobre Mikkey Dee, que foi escolhido como o substituto de Kottak.
"Lemmy [Kilmister, baixista/vocalista do Motörhead] morreu e Matthias [Jabs, guitarrista do Scorpions] teve a ideia de chamar Mikkey [Dee, que tocava no Motörhead] e começamos a ensaiar com ele. E Mikkey era ótimo na bateria. Ele também foi muito legal como pessoa. Dissemos: 'Ok, temos que tomar uma decisão'. E então dissemos: 'É muito difícil. Podemos chorar, mas temos que nos ater ao futuro". E tentamos de tudo (...).
Mikkey também é uma pessoa fantástica de uma maneira diferente. Ele toca bateria de forma mais direta. James era um pouco mais brincalhão, o que também era muito bom. Ele também era um bom cantor para os backing vocals. Mas estava na hora de fazer uma mudança."
James Kottak se juntou ao Scorpions em 1996 e permaneceu na banda até 2016. Enquanto foi integrante do grupo, gravou os discos "Eye II Eye" (1999), "Unbreakable" (2004), "Humanity - Hour I" (2007), "Sting In The Nail" (2010), "Comeblack" (2011) e "Return To Forever" (2015).
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
A música "mais idiota de todos os tempos" que foi eleita por revista como a melhor do século XXI
Cinco discos de heavy metal que são essenciais, segundo Prika Amaral
O clássico que é como o "Stairway to Heaven" do Van Halen, segundo Sammy Hagar
Como é a estrutura empresarial e societária do Iron Maiden, segundo Regis Tadeu
O polêmico álbum de Metal que Geezer Butler gostaria de ter escrito
O guitarrista que usava "pedal demais" para os Rolling Stones; "só toque a porra da guitarra!"
Derrick Green explica por que seu primeiro disco com o Sepultura se chama "Against"
Matt Sorum admite que esperava mais do Velvet Revolver
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
O "músico mais talentoso" com quem Geddy Lee do Rush já trabalhou: "Teimosamente determinado"
A única banda de rock nacional que derrota os Paralamas para Pedro Bial
Metal Hammer coloca último disco do Megadeth entre os melhores da banda no século XXI
Por que David Gilmour é ótimo patrão e Roger Waters é péssimo, segundo ex-músico
O melhor compositor de rock de todos os tempos, segundo Elton John

Morre aos 61 anos James Kottak, baterista que tocou no Scorpions por 20 anos
Dave Mustaine cutuca bandas que retomaram atividade após turnês de despedida
Álbum ao vivo do Scorpions alcança o 2º lugar na parada alemã
Mikkey Dee revela gravidade de doença que quase o matou um ano atrás
O momento que melhor representa o Scorpions na história, segundo Rudolf Schenker
O Mapa do Metal: Grandes bandas de Heavy Metal da Alemanha
Kiko Loureiro revela quais são seus álbuns preferidos (e nenhum é do Megadeth)


