A única música de "Somewhere in Time" do Iron Maiden que não fala sobre espaço e tempo
Por Gustavo Maiato
Postado em 11 de maio de 2024
O álbum "Somewhere in Time", do Iron Maiden, foi lançado em 1986 e trouxe nas letras o tema do tempo e do espaço, pensado de maneira diferente. É o caso de "Wasted Years" e "Caught Somewhere in Time".
Já o hit "Sea of Madness", que fala mais sobre questões psicológicas humanas, é a única que foge completamente da temática. É o que diz o livro "Somewhere in Time – Um clássico do Iron Maiden", da Estética Torta, que está com 20% de desconto no site da editora com o cupom WHIPLASH20.

"Enquanto os ecos da última turnê ainda zumbiam em suas cabeças, pela primeira vez desde o início dos anos 1980 o Maiden finalmente conseguiu encontrar tempo para si mesmo. A última turnê tinha sido a mais longa até então: um ano inteiro na estrada, com o tema de quase todas as músicas do álbum aparecendo de maneira natural, incluindo tempo, espaço e viagem. Steve notou que ‘Sea of Madness’ era a única música não relacionada com o conceito de tempo e acrescentou que o tema do álbum é mais uma coincidência vinda das experiências da turnê do que um plano".
No site Iron Maiden BG, é explicado mais sobre "Sea of Madness": "é outra música de natureza psicológica, que pode ser sobre alguém que está lentamente perdendo a sanidade, embora as letras sejam bastante ambíguas. Seu início é um pouco instável, mas o ótimo refrão e os solos de guitarra o resgatam e o tornam outra excelente música.
Parece que o "Mar da Loucura" é uma espécie de metáfora do estado atual da humanidade, embora se possa argumentar que as coisas sempre foram assim desde o início da humanidade e que infelizmente permanecerão assim por muitos séculos. Incêndios estão queimando, pessoas choram, e o personagem que descreve tudo isso simplesmente vira as costas e vai embora. Confrontado com tanta violência e miséria, às vezes é difícil fazer qualquer coisa e o melhor é simplesmente se afastar de tudo.
Esta música sempre me lembrou da pintura de Hieronymus Bosch chamada ‘O Barco dos Loucos’, que também é uma alegoria da condição frequentemente lamentável da humanidade. Isso parece indicar que, já no final do século XV, quando a pintura foi feita, artistas estavam representando nossa civilização como um navio com uma tripulação de loucos à deriva em um mar de loucura".
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