A resposta de Kerry King ao ser criticado por fazer mais do mesmo
Por Emanuel Seagal
Postado em 12 de junho de 2024
Kerry King lançou seu primeiro álbum solo, "From Hell I Rise", no dia 17 de maio de 2024, e mesmo com os vocais de Mark Osegueda ao invés de Tom Araya, não deixou fãs do Slayer surpresos, e com isso vieram algumas críticas. O músico deu sua opinião sobre esse assunto ao conversar com J. Salmeron, do canal Metal Blast.
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"Acho que isso acontece, mas não concordo com isso. É claro que é isso que Kerry está fazendo, por ser nisso que sou bom. É por isso que as pessoas querem que eu volte e toque. Porque eles sabem o que trago para a música. Eles sabem o que trago ao palco. Eles sabem o que trarei com minha nova banda, e estou empolgado para fazê-lo", disse, ao abordar a afirmação de que seu trabalho solo é apenas "Kerry fazendo o que ele sempre fez."
Ele acrescentou: "Já ouvi isso mesmo antes de gravar o disco, e isso é o que gosto de fazer e o que quero fazer, e sou apaixonado por isso. Se eu tivesse algum outro desejo, seria o momento perfeito para realizá-lo, mas não tenho. Gosto fazer isso e gosto do que tocaremos no palco. Se preparem para esse (disco) e para o próximo, pois será a mesma coisa."
Em outro ponto da entrevista, o guitarrista falou sobre o impacto do lockdown causado pela pandemia do coronavírus, sendo afastado dos shows. "Eu senti falta disso, é claro. Na pandemia o que eu não fiz é simplesmente me sentar e ficar chateado por não poder fazer nada. Mesmo na vida (fora da música), você não podia ir numa loja, você não deveria fazê-lo, então assumi a responsabilidade de compor material novo, continuar. Quando Slayer acabou, provavelmente me sentei, esperei a temporada de futebol americano terminar, mas sabe, em três meses eu já estava trabalhando em novo material, para quando pudesse gravá-lo e tocar. Então tivemos que esperar a pandemia, e depois esperar a avalanche de bandas já programadas para tocar e que não saíram em turnês. Eles ainda iriam sair em turnê, só tiveram que esperar até que pudessem.
"Esperei todas essas bandas e não havia uma pressa, pois sou uma banda nova, independentemente de onde vim, então seria difícil forçar meu espaço para fazer turnês com grandes bandas que já estavam agendadas 18 meses antes. Então sempre disse ao Paul: 'Me desculpe pelo atraso, mas é do nosso interesse não nos preocuparmos sobre terminar isso agora", concluiu.
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