O que Chris Broderick encontrou no In Flames e que faltava no Megadeth
Por Emanuel Seagal
Postado em 09 de junho de 2024
Chris Broderick juntou-se ao Megadeth em 2008, e nos anos seguintes gravou com a banda de Dave Mustaine os álbuns "Endgame", "Th1rt3en", e "Super Collider". Em 2014 o músico deixou o grupo, sendo substituído pelo brasileiro Kiko Loureiro no ano seguinte. Já em 2019, quando Niclas Engelin deixou o In Flames e criou o The Halo Effect, Chris foi anunciado como seu substituto.

Embora na época de sua saída do Megadeth ele tenha citado diferenças artísticas e musicais como a razão de sua saída, em entrevistas posteriores ele alegou que não tinha muita liberdade criativa na banda. "Eu sabia disso (que Mustaine era o líder) ao entrar. Mas chega um momento em que você pensa: 'Eu já fiz isso e é ótimo, mas sou um músico e artista, preciso me expressar dessa forma. Então preciso de ter um veículo para mim e não apenas apoiar outra pessoa", afirmou.
O músico foi questionado por Jonathan Montenegro, em sua série de perguntas do Sobre La Dosis, se encontrou no In Flames a liberdade criativa que esperava. "Acho que eles (Anders Fridén, e Björn Gelotte) definitivamente me dão muito mais liberdade porque posso ir atrás disso do meu próprio jeito. Acho que no final das contas eles vão sempre compor um álbum que seja In Flames, então eles serão os únicos a avaliar minuciosamente o que isso será. E eu entendo isso completamente, porque eles são uma das bandas originais desse tipo de som sueco, e nada que eu pudesse fazer poderia realmente criar isso, eu adoraria acrescentar, e eles já me permitiram fazê-lo, e eu adoro isso. Ao mesmo tempo, eles falam: 'Oh, se você quiser gravar um álbum solo...' eu teria a chance de fazer isso também."
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