Para Jack Gibson, do Exodus, músicos sobrevivem da "venda de camisetas"
Por Ricardo Bellucci
Postado em 28 de julho de 2024
A polêmica sobre a indústria musical é duradoura e controversa. O valor pago as bandas pelos serviços de streaming é muitas vezes se não muito baixo, irrisório. Os tempos gloriosos de vendas de LPs e CDs ficaram para trás, o que representa uma significativa perda nas receitas dos músicos. Durante uma conversa com Danielle Bloom, Jack Gibson, baixista do Exodus, criticou duramente a indústria musical de hoje, afirmando que nos dias atuais não existe mais essa indústria. Para Jack "não há mais um negócio. Uma vez que eles começaram a dar a música de graça, não há negócio. Nós não vendemos discos. Se não sairmos e vendermos camisetas, não ganhamos dinheiro. Eu sou um vendedor de camisetas. Eu não mais sou um músico. Eu sou literalmente um vendedor de bugigangas itinerante. É isso que fazemos. Tocamos música para tentar levar as pessoas à loja e vender a elas nossas porras de coisas com coisas impressas nelas. Esse é o negócio."

Ou seja, parte da receita, a maior, na realidade, é proveniente das vendas de produtos licenciados pelas bandas, os shows são meramente uma forma de Marketing, as bandas vendem sua marca, não a sua música. Além disso, para Jack há o temor de a Inteligência artificial "roubar" o mercado de trabalho dos músicos: "Quando a IA descobrir como realmente fazer música que as pessoas gostem, eles não vão nos pagar para fazer merda nenhuma."
Veja a entrevista completa com Danielle Bloom.
FONTE: Metal Wani
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