Gillan diz que Sabbath foi a banda mais importante: "Sem eles não haveria grunge ou metal!"
Por Ricardo Bellucci
Postado em 25 de julho de 2024
Em uma recente entrevista ao The Sun para promover o 23º álbum do Deep Purple, o vocalista da banda, Ian Gillan, declarou quem ele acredita ser a banda "mais importante" da santíssima "trindade profana" dentre as bandas de rock britânicas, um termo que ele explica ter sido cunhado pela imprensa.
Deep Purple - Mais Novidades
"Assim como 'sexo, drogas e rock and roll', a 'trindade profana' foi criada inteiramente por nossos bons amigos jornalistas musicais. Nós nos conhecíamos bem, bebíamos com eles e eles colocavam em palavras o que todos estavam fazendo — algo distinto e identificável."
Avaliando o trio de bandas que inclui Deep Purple , Black Sabbath e Led Zeppelin , a chamada "trindade profana" e seu impacto na música como um todo dá sua ‘sentença’: "Até certo ponto, o Sabbath foi o mais importante porque sem eles não haveria Seattle (cena grunge) ou heavy metal. O que Tony Iommi estava entregando naqueles primeiros dias era simplesmente incrível. Era tão poderoso."
Embora ele possa ver o Sabbath como o mais significativo em termos culturais, Gillan reflete sobre como, juntas, as três bandas "fizeram algo que nunca havia sido feito antes", acrescentando que "elas estavam colocando em ação todas as coisas que vinham sendo construídas ao longo dos dez anos anteriores". Por última, o vocalista reflete sobre a criação da antológica ‘Smoke On The Water’, do álbum Machine Head de 1972: "Precisávamos de mais seis minutos de música para completar o álbum e estávamos com pouco tempo. Tínhamos essa Iam, então rapidamente escrevemos letras que eram um relato biográfico da criação do álbum Machine Head, e foi isso. O curioso é que a música só passou a fazer sucesso nas rádios muito tempo depois".
Ian prosseguiu afirmando a cerca do sucesso da faixa: "Muitos meses após o lançamento do disco, durante uma turnê pelos Estados Unidos, um cara chamado Russ Shaw, da Warner Bros, veio nos ver e viu a reação do público ao ‘Smoke On The Water’. Ele tentou descobrir por que não a havíamos lançado antes como um single. Claro, ela tinha seis minutos de duração, então nenhuma estação de rádio a tocaria. Nós a editamos para três minutos e 54 segundos e a lançamos alguns dias depois. Ela se tornou a música mais tocada no mundo na época. Ela fica presa na mente. Uma música muito simples, muito viciante e com um ótimo riff" finaliza o vocalista.
FONTE: Metal Hammer
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Terra do Black Sabbath, Birmingham quer ser reconhecida como "Cidade da Música"
As bandas que formam o "Big Four" do metal oitentista, segundo o Loudwire
A cantiga infantil sombria dos anos 1990 que o Metallica tocou ao vivo uma única vez
A joia cearense que gravou um clássico do rock nos anos 1970, segundo Regis Tadeu
Jack Osbourne expõe "banda gigante" que exigiu quantia absurda no último show de Ozzy
Lars Ulrich, do Metallica, acha que Bon Scott é o vocalista mais legal de todos os tempos
A música que mudou a história do Dream Theater e a vida de Mike Portnoy
O pior músico com quem Eddie Van Halen trabalhou; "eu tinha que ensinar todas as partes"
Cinco dicas úteis para quem vai ao Bangers Open Air 2026
A atração do Rock in Rio que "as pessoas já viram 500 vezes"
A música do Faith No More que nasceu no dia em que o mundo soube da morte de Kurt Cobain
A melhor música do "Black Album", do Metallica, segundo a Metal Hammer
O que "Nine Inch Nails" quer dizer, e como Trent Reznor chegou nesse curioso nome
O disco que é o precursor do thrash metal, segundo Max Cavalera
A música do Paramore que Wolfgang Van Halen gostaria de ter escrito


Zakk Wylde revela qual música fez ele querer pegar na guitarra; "foi antes do ensino médio"
A lendária banda inglesa de rock que fez mais de 70 shows no Brasil
5 bandas de rock que melhoraram após trocar de vocalista, segundo Gastão Moreira
A música que deixou Ritchie Blackmore sem reação em 1970; "um som grande, pesado"
Como Ringo Starr, Isaac Azimov e Lúcifer inspiraram um dos maiores solos de bateria do rock
Hits dos Beatles, Deep Purple e The Doors com riffs "roubados" de outras músicas
Bruce Dickinson: quando ele misturou bebida e baseado e foi salvo pelo seu ídolo


