A decisão artística de Dave Murray: "A partir do 'Seventh Son', me senti mais à vontade"
Por Gustavo Maiato
Postado em 29 de agosto de 2024
O guitarrista Dave Murray, conhecido por seu trabalho com o Iron Maiden, compartilhou uma importante mudança em sua abordagem artística durante as gravações do álbum "Seventh Son of a Seventh Son".
Em uma entrevista incluída no livro "Seventh Son of a Seventh Son – Um Clássico do Iron Maiden", de Stjepan Juras, lançado no Brasil pela editora Estética Torta, Murray falou sobre como passou a trabalhar seus solos de forma diferente a partir desse disco. O livro está com 20% de desconto com o cupom WHIPLASH20 no site da editora.

"Nos nossos primeiros álbuns, eu costumava entrar no estúdio e mandar ver de cabeça, escutando o padrão da progressão de acordes. Eu tinha o lugar de começar e o lugar de terminar e meio que começava do meio, dava uma volta e via o que ia sair", disse o guitarrista.
No entanto, ao trabalhar no "Seventh Son of a Seventh Son", Murray decidiu adotar uma nova abordagem. "Realmente parei e sentei com minha mesa Fostex de quatro canais com as backing tracks e trabalhei em todos os solos antes de entrar no estúdio. Eu estava tentando dar um aspecto mais melódico aos meus solos em vez de só fritar", explicou.
Murray também refletiu sobre a espontaneidade de sua antiga forma de compor, mas destacou que se sentiu mais confortável com o novo método. "Acho que a espontaneidade pode às vezes dar uma mágica pra coisa, mas senti que dessa vez seria legal chegar ao estúdio com tudo já trabalhado e decidido. Na verdade, me senti muito à vontade assim."
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
Festival SP From Hell confirma edição em abril com atrações nacionais e internacionais do metal
A música "mais idiota de todos os tempos" que foi eleita por revista como a melhor do século XXI
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
O clássico que é como o "Stairway to Heaven" do Van Halen, segundo Sammy Hagar
Marcello Pompeu lança tributo ao Slayer e abre agenda para shows em 2026
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
Como é a estrutura empresarial e societária do Iron Maiden, segundo Regis Tadeu
Derrick Green relembra rejeição às músicas novas do Sepultura na turnê de 1998 com o Slayer
Por que David Gilmour é ótimo patrão e Roger Waters é péssimo, segundo ex-músico
Rafael Bittencourt dá dica para músicos e conta como Kiko Loureiro "complicou" sua vida
As melhores músicas de heavy metal de cada ano, de 1970 a 2025, segundo o Loudwire
O cantor que Glenn Hughes chama de "o maior de todos"
Cinco discos de heavy metal que são essenciais, segundo Prika Amaral
A respeitosa opinião de Tony Iommi sobre o guitarrista Jeff Beck


A importância do In Flames na formação musical de Matt Heafy, vocalista do Trivium
O dia em que Lars Ulrich exaltou o Iron Maiden durante conversa com Steve Harris
O aspecto do Iron Maiden que mais orgulha Steve Harris, segundo ele mesmo
O clássico do Deep Purple que apresentou Bruce Dickinson ao mundo do rock
A música do Iron Maiden sobre a extinção do Banco de Crédito e Comércio Internacional
Como está sendo a adaptação de Simon Dawson ao Iron Maiden, de acordo com Steve Harris
Por que não há músicas de Bruce Dickinson em "Somewhere in Time", segundo Steve Harris
O legado do Iron Maiden, nas palavras do baixista e fundador Steve Harris
Mustaine diz que doença de Bruce Dickinson fez Megadeth trocar de baterista e guitarrista
Ozzy Osbourne diz que Bruce Dickinson "não é muito legal"


