Nos anos 90 Eric Clapton respondeu quais eram seus álbuns que mais o orgulhavam
Por André Garcia
Postado em 13 de novembro de 2024
O rock nasceu nos anos 50, cresceu nos anos 60, ficou gigante nos anos 70, se deixou levar nos anos 80 e nos anos 90 envelheceu. Foi nos anos 90 que vimos a geração sessentista, figuras como Paul McCartney, Bob Dylan e Rolling Stones chegando à meia-idade. Eric Clapton era outro que já pertencia ao time dos veteranos que sobraram para contar história.
Em entrevista para a Rolling Stone no começo da última década do século passado, Clapton respondeu de quais de seus álbuns ele mais gostava.
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"Considero o álbum do John Mayall ["Blues Breakers with Eric Clapton"(1966)] muito poderoso, porque eu tinha uma postura rebelde definida em relação a tudo [que estava rolando na época]. Eu estava no auge das minhas habilidades, completamente confiante e não me importava com o que os outros pensavam. Pô, gravamos aquele disco em dois dias! E olha que eu ainda disse ao engenheiro [de som] onde colocar os microfones… e foi assim que aconteceu. Se você não gostasse do que eu estava fazendo [naquele disco], então você não estava no mesmo planeta que eu."
"Gosto do 'Slowhand' [de 1977]. Gosto do 'No Reason To Cry' [de 1976], acho um álbum muito bom, porque é meio divagante. Não tinha um produtor, era só festa. Mas estou orgulhoso de todos eles, fico feliz em dizer."
John Mayall morreu no último mês de julho aos 90 anos. Eric Clapton o homenageou como tendo sido seu "mentor" e "pai adotivo"
"Enquanto estive com ele aprendi tudo o que sei hoje, em termos de técnica e desejo de tocar o tipo de música que amo tocar [o blues]. Fiz toda a minha pesquisa na casa dele, com sua coleção de discos de blues de Chicago (do qual ele era um grande especialista)."
"Ele me ensinou que não tinha problema em tocar a música do seu jeito [...] independentemente de ser importante ou se as pessoas iam gostar ou não. [Ele me ensinou] a dar ouvidos a mim mesmo, minhas motivações (internas ou externas). Ele foi meu mentor e também um pai adotivo. Ele me ensinou tudo o que eu sei e me deu coragem e entusiasmo para me expressar sem medo ou restrições."
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