O pior solo de guitarra do rock de todos os tempos, segundo a Far Out
Por Gustavo Maiato
Postado em 24 de fevereiro de 2025
O rock sempre teve na guitarra seu grande símbolo de revolução. De Jimi Hendrix a Eddie Van Halen, cada guitarrista trouxe uma identidade única, ajudando a moldar o gênero. No entanto, assim como há solos icônicos, também existem aqueles que são amplamente criticados.
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Entre os mais celebrados, está o solo de "Stairway to Heaven", de Jimmy Page, descrito como um "destruidor de rostos", e a explosiva "Eruption", de Eddie Van Halen, considerada um "verdadeiro manifesto de intenções". São performances marcantes, não apenas pela técnica, mas pelo impacto que causaram no rock.
A resposta é subjetiva, mas, segundo a Far Out Magazine, um dos mais criticados pelos fãs de rock é o de CC Deville em "Unskinny Bop", do Poison. Embora Deville tenha contribuído com bons momentos para a banda, esse solo soa "vazio e sem propósito".
Ele tenta emular a técnica de tapping popularizada por Van Halen, mas sem a precisão necessária, resultando em algo "caótico e desconectado". A crítica aponta que o guitarrista "não parece estar pensando no que está tocando", mas apenas "esperando que algo faça sentido".
Quem é CC Deville?
Bruce Anthony Johannesson, mais conhecido como C.C. DeVille, nasceu em 14 de maio de 1962, no Brooklyn, Nova York. Ele é o guitarrista da banda de glam rock Poison, que vendeu mais de 50 milhões de álbuns no mundo, incluindo 15 milhões nos Estados Unidos.
DeVille ingressou no Poison em meados dos anos 1980 e foi peça-chave na composição dos sucessos do grupo. Seu estilo de tocar, marcado por riffs energéticos e um visual extravagante, ajudou a definir o som da banda em álbuns como "Look What the Cat Dragged In" (1986) e "Open Up and Say... Ahh!" (1988).
Apesar do sucesso, sua trajetória com o Poison foi turbulenta. O uso excessivo de drogas e álcool levou a conflitos com o vocalista Bret Michaels, culminando em uma briga nos bastidores do MTV Video Music Awards de 1991. Como resultado, DeVille foi demitido da banda e substituído por Richie Kotzen.
Nos anos seguintes, formou a banda Samantha 7 e participou de reality shows, incluindo The Surreal Life. Em 1999, reconciliou-se com o Poison e voltou a integrar a banda, permanecendo até hoje. Em 2022, participou da Stadium Tour, ao lado de Def Leppard, Mötley Crüe e Joan Jett.
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