A opinião de Amy Lee do Evanescence sobre Black Sabbath e Ozzy Osbourne
Por Gustavo Maiato
Postado em 27 de março de 2025
Se o Evanescence conseguiu tratar de assuntos sombrios nos anos 2000 em suas letras, muito se deve ao trabalho do Black Sabbath, que nos anos 1970 começou a compor abertamente sobre temas mais obscuros.
Em entrevista publicada pela Loudwire, Amy Lee, vocalista do Evanescence, refletiu sobre o trabalho dos pioneiros do metal. "É uma banda eterna, que vai estar sempre presente", disse. "Fazem parte da essência do rock and roll." Ela destacou especialmente o papel de Ozzy como pioneiro na estética sombria do gênero. "Ele foi um dos que empurraram a escuridão pra frente, que tornaram isso algo possível, provocativo... Quando penso nisso, penso no poder de abraçar esse lado mais obscuro."


A vocalista também revelou que o Evanescence está oficialmente trabalhando em um novo disco. A declaração foi feita durante participação no programa Loudwire Nights, nesta terça-feira (25), em meio à divulgação de "Afterlife", música inédita da banda que integra a trilha da série animada Devil May Cry, da Netflix. "Temos estado na estrada sem parar desde o lançamento de The Bitter Truth, em 2021", explicou Lee. "Chegou um momento em que percebi: precisamos criar coisas novas."

Segundo a cantora, a vontade de renovar o repertório ao vivo foi um dos fatores que impulsionaram a volta ao estúdio. "Afterlife" marca o primeiro registro inédito da banda desde o último álbum e será lançado nas plataformas digitais nesta sexta-feira, 28 de março.
"Estamos felizes, profundamente mergulhados no processo criativo do novo álbum — e também em outros projetos paralelos", contou Amy. Apesar do entusiasmo, ela não revelou datas ou detalhes sobre o lançamento: "Temos muita coisa acontecendo, então precisamos organizar tudo para não sair tudo ao mesmo tempo."
Além do novo disco, Amy comentou sobre a expectativa para a turnê na Austrália ao lado do Metallica, que será a primeira vez da banda em uma turnê de estádios. Também falou sobre o processo de revisitar o clássico "Fallen" para a edição de 20 anos, descrevendo-o como emocionante e, às vezes, doloroso: "Trouxe de volta raiva e amor esquecidos."

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