Para Lars Ulrich, o que tornava o Slayer interessante era seu extremismo
Por Mateus Ribeiro
Postado em 31 de janeiro de 2026
Fundado pelos guitarristas Kerry King e Jeff Hanneman, o Slayer sempre ocupou um lugar singular dentro do thrash metal, sobretudo por sua sonoridade brutal. A banda se destacou por levar sua proposta artística ao limite, sem suavizar discurso ou estética, mesmo quando o gênero passou por transformações ao longo dos anos.
Essa postura agressiva pode ter afastado parte do público ao longo do tempo. Por outro lado, foi justamente essa mesma característica que atraiu a atenção de muitos fãs e músicos ligados à cena.
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Entre os nomes que demonstraram interesse pelo extremismo do Slayer está Lars Ulrich, baterista do Metallica, outro gigante do thrash metal. Durante entrevista concedida à revista Classic Rock, em 2012, o músico dinamarquês comentou sobre o que tornava o grupo particularmente interessante dentro do gênero.
"Acho que o Slayer foi o mais interessante porque eles eram muito extremos. Eles não davam a mínima para nada, o que era legal."
A mesma reportagem também traz um depoimento de Jeff Hanneman a respeito da concepção de "Angel of Death". Um dos grandes sucessos do Slayer, a música aborda os crimes cometidos por Josef Mengele durante a Segunda Guerra Mundial.
"Eu tinha visto um documentário e achei que era um tema interessante, porque, se você quer escrever sobre o mal - e era sobre isso que queríamos escrever -, então não há muitos seres humanos que sejam piores."
"Angel of Death" é a faixa que abre "Reign in Blood", terceiro disco de estúdio do Slayer, frequentemente citado como referência não apenas do thrash, mas do metal extremo como um todo. Leia mais sobre esse álbum na nota a seguir.
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