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A frase de Mike Portnoy que ilustra o problema das bandas, segundo Ricardo Confessori

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Postado em 06 de maio de 2026

O baterista Ricardo Confessori afirmou, em entrevista ao Ibagenscast, que músicos com agenda cheia podem cair na zona de conforto quando passam anos tocando o mesmo repertório. Segundo ele, a rotina de shows, ensaios, viagens e compromissos pode afastar o instrumentista do estudo diário. Com o tempo, o risco é repetir as mesmas viradas, soluções e ideias no palco.

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Foto: Tama Drums
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Para explicar o ponto, Confessori citou uma frase de Mike Portnoy, ex-baterista do Dream Theater. Segundo o brasileiro, Portnoy contou em entrevista à revista Modern Drummer que só pegava na bateria "no ensaio, na passagem de som e no show", porque não tinha tempo para estudar. Para Confessori, a fala resume um problema comum em bandas muito ativas: o músico trabalha sem parar, mas nem sempre consegue evoluir no próprio instrumento.

O ex-integrante do Angra disse que começou a tocar ainda adolescente e sempre gostou de estudar. Ele contou que, quando uma banda entra em uma sequência intensa de apresentações, o repertório se repete e o músico tende a tocar de forma automática. "Depois de 30 anos só fazendo isso, no começo tudo bem. Aí, quando você vai ver, passaram 40 anos e você está fazendo aquelas mesmas viradas", afirmou.

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Confessori disse que, hoje, não gostaria de mudar seu estilo de vida apenas para voltar a ter uma agenda cheia de shows. O motivo, segundo ele, é simples: o tempo livre devolveu seu prazer pela bateria. "Isso que me fez voltar a gostar para caramba de bateria: eu ter tempo de estudar", declarou.

A fala também dialoga com o momento atual do mercado do rock. Com o aquecimento do setor fonográfico, a volta dos shows e o crescimento do interesse por vinis, relançamentos e turnês de bandas clássicas, muitos músicos veteranos voltaram a circular com força. No Brasil, esse movimento aparece em arenas cheias, relançamentos de discos e no avanço do consumo físico, especialmente entre fãs de rock e metal.

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Esse renascimento, porém, também aumenta a pressão sobre artistas que já têm décadas de estrada. A demanda por apresentações, encontros com fãs, gravações, conteúdos para redes sociais e novos produtos exige fôlego. Para Confessori, manter uma carreira ativa não basta. O músico precisa continuar se renovando para não virar refém do próprio passado.

O baterista afirmou que estudar voltou a fazer bem para sua mente, seu corpo e sua relação com o instrumento. "Estou fazendo porque gosto, porque estou me reciclando", disse. Em tom bem-humorado, completou: "Reciclar é viver."

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Confira a entrevista completa abaixo.

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Sobre Gustavo Maiato

Jornalista, fotógrafo de shows, youtuber e escritor. Ama todos os subgêneros do rock e do heavy metal na mesma medida que ama escrever sobre isso.
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