O melhor álbum de prog metal de 11 países diferentes, segundo a Noisecreep
Por André Garcia
Postado em 17 de setembro de 2026
Se você curte prog metal mas está cansado de ouvir as mesmas bandas de sempre… seus problemas acabaram! A Noisecreep listou o melhor álbum do subgênero de 11 países diferentes para você testar seu conhecimento e (provavelmente) descobrir um novo álbum favorito.

TUNÍSIA – Myrath, "Tales of the Sands" (2011)
"Embora a banda norte-africana de 'metal das areias' Myrath tenha um público fiel, suas elaboradas fusões de metal progressivo/sinfônico/oriental e world music os tornam uma audição obrigatória para fãs de artistas como Orphaned Land e Symphony X, e nada do que eles fizeram demonstra isso tão efetivamente quanto 'Tales of the Sands'."
JAPÃO – Sigh, "In Somniphobia" (2012)
"Quando se pensa em black metal progressivo/avant-garde japonês, o Sigh deve vir à sua mente antes de qualquer outro. É o fluxo cinematográfico e a essência bizarra de 'In Somniphobia' que reinam supremos como sua obra definitiva e um pináculo do black metal progressivo."
CANADÁ – Devin Townsend, "Deconstruction" (2009)
"Embora 'Synchestra' (2006) e 'Empath' (2019) possam ser melhores do que 'Deconstruction' como um todo, é seu terceiro lançamento sob o nome Devin Townsend Project que melhor exibe os aspectos 'progressivo' e 'metal' de sua discografia. É provavelmente sua criação mais abrasiva, excêntrica e complexa até hoje."
FRANÇA – Gojira, "From Mars to Sirius" (2005)
"Ficamos tentados a escolher o marco de 2015 do Klone, 'Here Comes the Sun', mas como muito do material deles pende mais para o rock progressivo pesado, celebramos 'From Mars to Sirius' do Gojira por ser o LP mais consagrado e reconhecível dos principais emissários do metal francês."
SUÉCIA – Opeth, "Ghost Reveries" (2005)
"Colocar 'Blackwater Park' (2001) aqui teria sido a escolha mais segura, mas 'Ghost Reveries' é o resumo definitivo do Opeth, pois funde perfeitamente a maestria do death metal progressivo de sua primeira década com as delícias do rock progressivo vintage de sua era 'sem growls'."
INGLATERRA – Porcupine Tree, "In Absentia" (2002)
"'In Absentia' foi o início de uma nova era para o Porcupine Tree: significou a adição do baterista Gavin Harrison e a mudança para templates substancialmente mais agressivos. O resultado é um conjunto extremamente diversificado que abriga alguns dos materiais mais pesados e angustiantes do grupo."
NORUEGA – Green Carnation, "Light of Day, Day of Darkness" (2001)
"Impulsionado pelas emoções dicotômicas do guitarrista Tchort ao experimentar a passagem quase simultânea de sua filha e o nascimento de seu filho, o segundo álbum da banda é uma demonstração imponente de aspirações artísticas e bravura confessional."
ANDORRA – Persefone, "Aathma" (2017)
"Quando se trata de trabalhar dentro de dois mundos sonoros completamente opostos – avassaladora ferocidade e serenidade – o Persefone é bem-sucedido mais do que a maioria de seus pares. Sua configuração em três partes é uma exibição fascinante de atmosferas cósmicas, piano melancólico e alternância de guturais e vocais limpos."
HOLANDA – Ayreon, "The Human Equation" (2004)
"A maioria dos fãs concorda que 'The Human Equation' é a obra-prima do projeto Ayreon devido à sua excepcional composição, instrumentação e deslumbrante leque de convidados. Centrado em um homem que reavalia sua vida enquanto está em coma, o álbum é uma exploração atenciosa de como somos moldados por nossas criações e relacionamentos."
AUSTRÁLIA – Ne Obliviscaris, "Portal Of I" (2012)
"A dualidade do vocalista agressivo Marc 'Xenoyr' Campbell e do vocalista limpo e operístico Tim Charles funciona maravilhas, enquanto a mistura do grupo de pausas transcendentais e beligerância hiperativa – adornada por violões acústicos e complementos sinfônicos – é de tirar o fôlego."
ESTADOS UNIDOS – Dream Theater, "Metropolis Pt. 2: Scenes From a Memory" (1999)
"O que triunfou sobre 'Operation: Mindcrime' do Queensryche e 'The Parallax II' do BTBAM? Obviamente, foi a obra-prima do Dream Theater, 'Metropolis Pt. 2', um esforço que trouxe o tecladista Jordan Rudess para o grupo e viu os pioneiros do subgênero elevarem seu jogo em todos os aspectos."
Leia a matéria completa na Noisecreep.
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