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Santa Cruz: não é só metal extremo que brota pelos lados da Escandinávia

Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
Fonte: Daniel Tavares
Em 07/08/19

Não é só metal extremo e sinfônico que nasce nas terras geladas da Escandinávia. Da peninsula, mais especificamente da Finlândia (ok, no sentido geográfico mais estrito, a Finlândia não faz parte exatemente da região, mas de um território que se pode chamar de Fino-Escandinávia, ou Fenoscândia) também saiu o flamejante hard rock do SANTA CRUZ, que estreia em nosso país neste final de semana. Com doze anos de banda, os Cruz se apresentam pela primeira vez no Brasil no dia 10 de agosto, sábado, no Manifesto Bar, em São Paulo, com produção da Onstage Agência. Formado em 2007 na capital finlandesa Helsinque, o Santa Cruz tem uma discografia de três álbuns: o debut Screaming for Adrenaline (2013), o homônimo (2015) e o poderoso Bad Blood Rising (2017). Conversamos com Archie Cruz sobre o show e o que ele espera encontrar no Brasil. Também perguntamos "o que tem na água daquelas terras" e como ele se insere naquele contexto, entre outros assuntos. Confira.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Daniel Tavares: Esta é a primeira vez que nós veremos o SANTA CRUZ tocando aqui no Brasil. É a primeira vez que vocês vem também (mesmo como turista)? O que você espera de nosso país? O que você gostaria de ver?

Archie Cruz: Sim. É. Eu não poderia estar mais excitado em vir ao Brasil pela primeira vez. Eu espero encontrar todas as pessoas bonitas, comer alguma boa comida brasileira, ver uma natureza bonita e conhecer a cultura local.

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Daniel Tavares: Sobre o novo álbum, "Katharsis", que vai sair em setembro. Tem alguma canção nova no setlists?

Archie Cruz: A maior parte do set é deste álbum, na verdade.

"Tell Me Why", single lançado em maio deste ano.

Daniel Tavares: Vocês tiveram algumas mudanças no line up recentemente. Como está a banda neste momento? Está tudo indo bem com a nova formação?

Archie Cruz: Nós temos estado com esta formação por quase meio ano e não vejo mais nenhuma razão para mudar. Cada membro é um músico talentoso, um profissional e um irmão de quem eu gosto de estar perto.

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Daniel Tavares:Eu sei que o nome da banda vem de você, Archie Cruz. Há algo mais que você queira acrescentar? Eu acho que é um nome que deve ter soado estranho no início lá na Finlândia.

Archie Cruz: Bem, eu era um grande fã do MÖTLEY CRUE e, naquela época, SANTA CRUZ soava parecido o suficiente. Haha.

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Daniel Tavares: E quais são as suas maiores influências na música (além do CRÜE)? No hard rock, principalmente, mas mesmo nos outros gêneros também.

Archie Cruz: Eu gosto de tudo, desde Chopin ao SLAYER, passando por MILES DAVIS e LIMP BISKIT, então é muito variado. É difícil dizer quais artistas do espectro musical você passa seu tempo escutando e realmente influenciam nas coisas que você compõe. Talvez você encontre alguns pequenos elementos de tudo de alguma forma ou de outra.

Daniel Tavares: Existem apenas algumas poucas bandas de hard-rock que não venham dos Estados Unidos ou Reino Unido e atinjam um grande sucesse no globo. Podemos listar os SCORPIONS na Alemanha, o GOTTHARD na Suíça, EUROPE na Suécia e vocês na Finlândia. E tem também o AC/DC, que apesar de ter vindo da Austrália, tem raizes escocesas. Por outro lado, bandas de genêros mais extremos de metal são muito bem conhecidas. As pessoas costumam dizer que há algo na água da Península Escandinava, pelo tanto de grandes bandas de Black/Death e Metal Sinfônico que vem de lá. Como você vê todo esse cenário?

Archie Cruz: Uau. É ótimo ser colocado em tão boa companhia! Eu acredito que é o longo, escuro e gelado inverno que leva as pessoas a fazer esse tipo de música sombria e pesada. Não há muito a fazer nestes meses de inverno para os jovens, então há tempo de se aperfeiçoar em como tocar um instrumento. E esse frio congelante faz com que você queira gritar e cantar sobre a morte, eu acho.[gargalhadas]

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Daniel Tavares: Eu sempre pergunto sobre músicos brasileiros. O que você sabe sobre música brasileira? Tem algum artista brasileiro que você goste de escutar ou mesmo que tenha tido alguma influência na sua carreira? Você ouviu falar da nossa grande perda, ANDRE MATOS, neste final de semana?Nota: a entrevista foi enviada no final de semana em que nos despedimos do Maestro.

Archie Cruz: I sei que o KIKO LOUREIRO, do MEGADETH, é do Brasil. Eu sei que tem muito samba e coisas assim, sendo o GILBERTO GIL um dos maiores, eu acredito. Eu gostaria de conhecer um pouco mais da música latina. Quanto ao ANDRE MATOS, eu não fiquei sabendo. Sinto muito ouvir isso! Tenho que conhecer a música dele.

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Daniel Tavares: Agora, sinta-se livre para mandar uma mensagem para todos os nossos leitores, aos fãs de boa música no Brasil. Convide-os a vê-los no palco, etc. Sinta-se livre pra dizer o que quiser.

Archie Cruz: Vejo vocês nos shows. Nós estamos felizes de ir aí e não posso esperar para balançar com vocês, caras! /,,/

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Santa Cruz (Finlândia) pela 1ª vez em São Paulo

Evento:
https://www.facebook.com/events/1201140746754345/

Data: 10 de agosto de 2019 (sábado)
Horário: a partir das 18 horas (abertura da casa)
Local: Manifesto Bar (rua Iguatemi, 39 - Itaim Bibi, SP/SP)
Classificação etária: 18 anos (Menores de 18 anos apenas acompanhados por responsável legal)
1º Lote - R$ 100,00 (Ingresso promocional com 1kg de alimento não perecível)
2º Lote - R$ 110,00 (Ingresso promocional com 1kg de alimento não perecível)
Camarote - R$ 200,00 (Ingresso promocional com 1kg de alimento não perecível) - ÚLTIMOS DISPONÍVEIS!

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*Os ingressos são limitados
[INGRESSO MEIA-ENTRADA - QUEM TEM DIREITO?]
Válido para estudantes, doadores de sangue, acompanhantes de cadeirantes, funcionários da rede pública, maiores de 60 anos.
[INGRESSO PROMOCIONAL - QUEM TEM DIREITO?]
Qualquer pessoa mediante a doação de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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