Republica: do mainstream para o underground!

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Por Eliton Tomasi, Fonte: SOM DO DARMA, Press-Release
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Formado pelo vocalista Leo Belling, os guitarristas Luiz Fernando Vieira e Jorge Marinhas, o baixista Marco Vieira e o baterista Gabriel Triani (ex-Tempestt, Ripper Owens), o Republica é uma banda que já nasceu grande.

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O grupo já tem três álbuns lançados, sendo que o mais recente, "Point Of No Return", de 2013, foi produzido por Luis Paulo Serafim (premiado produtor brasileiro - vencedor de 3 Grammys) e contou com participação de Roy Z (Bruce Dickinson, Rob Halford, etc).

Não obstante, o Republica abriu os shows da última turnê do Deep Purple no Brasil e no ano passado se apresentou nos dois maiores festivais de rock da América Latina, o Rock In Rio e o Lollapalooza.

Também são constantemente pauta das principais publicações sobre música do mundo, como a revista Rolling Stone, que inclusive elegeu o single "Change My Way" como a "Melhor Música de Heavy Rock de 2013" e avaliou o álbum com 4 Estrelas (de 5). Músicas da banda também estão na programação das principais rádios rock do país como a KISS FM e a 89 FM.

Nesta entrevista, Leo Belling e Luiz Fernando Vieira nos dão detalhes muito interessantes sobre cada processo de produção de "Point Of No Return" além de relembrar as experiências de tocar em festivais tão importantes. Eles ainda comentam sobre o novo videoclipe da banda para a música "Life Goes On" que foi inspirado no 'Best Seller' "A Revolução dos Bichos" de George Orwell.

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Apesar do Republica ser uma banda que já nasceu grande, tendo já tocado no Rock In Rio e Lollapalooza, além de ter feito uma turnê com o Deep Purple, no meio do rock/metal ainda são poucos que conhecem o grupo. Primeiro gostaria que você contasse um pouco mais sobre a história da banda e respondesse porque, em sua opinião, o Republica faz tanto sucesso no mainstream e ainda é pouco divulgado na mídia especializada em rock pesado?

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Luiz Fernando Vieira - Acredito que a procura por uma identidade sonora própria tenha feito com que o Republica não possa ser classificado em nenhum segmento do Rock/Metal de forma concreta. Nossas músicas são uma fusão de diversos estilos do Rock/Metal. O Republica é Grunge, Stoner, Thrash. É Rock. É Metal. E essa fusão criou o som do Republica. E isso torna nosso trabalho mais abrangente e menos segmentado. Talvez essa seja a explicação para o reconhecimento do mainstream tenha vindo antes mesmo do meio mais dirigido ao Rock pesado.

O novo álbum, "Point Of No Return", foi produzido por Luis Paulo Serafim que já ganhou três Grammys. Conte-nos como foi o processo de produção do disco e o trabalho junto com Luis. Que tipo de direcionamento ele deu à banda em estúdio?

Leo Belling - Todo processo de feitura de um álbum leva tempo e todas as decisões têm que ser tomadas com muita cautela e certeza. No nosso caso não foi diferente, tanto na fase de composições quanto de pré-produção, incluindo ainda arte, capa, produção, mixagem e masterização. A escolha do Luis Paulo Serafim, que é um grande amigo da banda, foi um processo natural e desde o início tínhamos o nome dele como certo pra conduzir e levar a sonoridade da banda a um outro patamar. Buscávamos algo mais maduro e preciso, e como a nossa maior preocupação era imprimir no álbum toda a nossa prévia pesquisa de sonoridade e timbres com personalidades únicas, o LP (Luis Paulo Serafim) é definitivamente "o cara" pra se ter ao seu lado. Passamos um ano compondo as novas faixas e gravamos uma pré-produção ao vivo em estúdio e logo apresentamos ao LP que analisou tudo com muita eficiência e nos apresentou um plano de trabalho e gravações, que foi seguido a risca do início ao fim. Trabalhar com ele foi um processo muito divertido, de muito aprendizado e extremamente profissional. Buscamos juntos dentro do estúdio a combinação perfeita para o nosso som, testando afinação, diferentes instrumentos, amplificadores, periféricos, pedais, microfones até chegarmos a uma mistura perfeita e obter timbres que demonstrasses a força e peso do som do Republica. É um trabalho meticuloso, exaustivo, mas que quando é bem conduzido faz muita diferença no resultado final. Outra grande contribuição do LP no processo foi a incansável busca pela performance perfeita dos tracks de cada instrumento ou voz gravada. Ele não é um cara de cortar e colar e sim de valorizar a performance do músico em benefício do todo. E ele é bem exigente quanto a isso dentro do estúdio! Como produtor ele nos deixou bem a vontade e conversávamos muito sobre cada detalhe. Ele é um cara que tem um ouvido absurdo e nada era feito sem uma intenção clara em busca do resultado final.

Para a produção das vozes vocês ainda contaram com a ajuda de Thiago Bianchi (Noturnal, Shaman), certo?

Leo- Sim, o processo de gravação das vozes foi um pouco diferente, pois tivemos a direção do Thiago Bianchi (Noturnal, Shaman) nessa parte. Foi o melhor dos dois mundos, com o LP em busca dos microfones, pré-amplificadores e compressores perfeitos e o Thiago, que também é um grande amigo da banda, nas técnicas de gravações, busca de novas opções de melodias e métricas de letras. O que eles têm muito em comum é também a valorização da performance perfeita. Trabalhar com dois grandes artistas na produção dos vocais beneficiou muito o resultado vocal do álbum. Posso dizer que eles extraíram o meu melhor em cada faixa e também nas gravações dos backing vocals, feitas por mim e pelo Jorge Marinhas. Aproveito aqui pra agradecer o LP e o Thiago Bianchi pelo talento e profissionalismo e, lógico, pala amizade de longa data.

E como foi o processo de mixagem do álbum?

Leo - A mixagem foi praticamente conduzida apenas pelo LP e pedimos pouquíssimas alterações a ele. Ter o mesmo profissional produzindo, gravando e mixando o álbum te traz esse enorme benefício, pois na hora de mixar ele já tinha as músicas praticamente decoradas na cabeça, ou seja, tornar aquela massa de som em um grande álbum, digamos que estava mais "à mão". Lembro que nos reuníamos a noite no Electra Studio (estúdio próprio do Republica, onde gravamos e mixamos o álbum inteiro) e ouvíamos atentamente cada detalhe, cada nuance do álbum e nos olhávamos com um sorriso aberto no rosto, meio batendo cabeça, e sabíamos que estávamos no caminho certo. O talento do LP e a dedicação e performance da banda foram a mistura perfeita pro sucesso do álbum.

Para a masterização vocês optaram trabalhar fora do país, com Stephen Marcussen nos EUA. A escolha por ele se deu por algum outro motivo em específico além de sua comprovada experiência?

Leo - Sobre a masterização, último processo na cadeia de produção de um álbum, foi também extremamente eficiente. Buscamos um cara que consideramos um dos melhores profissionais de master do mundo, o Stephen Marcussen, da Marcussen Mastering em Hollywood, California, EUA. Ele já trabalhou com artistas como Black Sabbath, Alice in Chians, Audioslave, Foo Fighters, Kiss, Rolling Stones, enfim, é um dos mestres dessa arte. A escolha dele foi justamente em função da nossa busca por uma sonoridade grande, forte e única. E ele chegou no resultado exato que queríamos, coroando um trabalho de quase dois anos.

Roy Z aparece como convidado especial na música "Goodbye Asshole". Como rolou a oportunidade de ele participar do disco?

Leo - Quando fomos convidados para tocar no Rock in Rio, nos foi dada a missão de convidar um artista ou artistas para montarmos um encontro único, característica do palco Sunset do Rock in Rio. Dentre as muitas possibilidades, e depois de muita conversa entre os integrantes do Republica junto com Monika Cavalera, chegamos ao nome do Dr. Sin por curtimos muito o som dos caras e respeitarmos muito a trajetória da banda no Brasil e no mundo e também pelo fato de eles nunca terem tocado no Rock in Rio, e também do Roy Z, que dispensa apresentações. A Monika já conhecia o Roy e nos perguntou o que achávamos... Claro que a resposta foi SIM na hora! No mesmo dia eu enviei um e-mail a ele com o convite e foi aceito também na hora. A partir dai, conversamos muito ao telefone e por e-mail para definirmos repertório, equipamentos, performance, etc. Ele curtiu tanto o trabalho do Republica que aproveitamos pra convidá-lo a fazer uma participação especial no CD, gravando conosco a faixa "Goodbye Asshole", que ele fez com muito profissionalismo e competência. Mandamos a sessão de Pro Tools pra ele e ele nos retornou com muitas opções, inclusive gravou um vídeo da performance que pode ser visto abaixo:

Foi uma grande honra dividir o palco com o Dr. Sin e com o Roy Z. Realmente foi um show memorável e um encontro perfeito, pois realmente tocamos juntos, inclusive uma música nossa chamada "El Diablo", com duas baterias, quatro guitarras, dois baixos e várias vozes. Foi um dia especial pra todos e vamos lembrar pra sempre dessa parceria, que ainda vai render muitos frutos no futuro.

Gostaria que vocês comentassem mais a respeito das letras do álbum. O título é bastante forte - "Point Of No Return" -, e assim como o desenho da capa, evidenciam algum tipo de abordagem política nas letras. Estou certo?

Leo - O "Point of No Return" passeia por várias vertentes do rock e expõe muito bem todas as nossas influências como Metal, Stoner, Sludge e Grunge, é o que chamamos entre nós de Heavy Rock. O título tem muito mais a ver com a fase da banda hoje do que com uma mensagem politizada. É claro que reflete também toda a nossa insatisfação com o nosso país e a vontade de mudar.... na verdade a urgência de mudar. As letras passeiam sim pelo tema título do álbum e de certa forma evidenciam o nosso desejo de seguir em frente e não olhar pra trás. O mais importante é que essas coisas aconteceram de forma natural nas composições. Nós falamos de assuntos diversos e não pensamos conceitualmente ao escrever as letras e melodias. Foi no final do processo que percebemos que a temática era presente em todas as composições, e quando vimos essa foto da capa, sabíamos que ela representava, e muito, o que queríamos transmitir. As letras e mensagens implícitas nas mesmas, especificamente, não são autobiográficas, mas sim histórias que misturam nossas experiências, sonhos, viagens, nosso olhar de mundo e nossa visão como artistas. São temas fortes e presentes na vida de todos nós.

Vocês acabaram de lançar o primeiro videoclipe do álbum para a música "Life Goes On" que foi inspirado no 'Best Seller' "A Revolução dos Bichos" de George Orwell. Conte-nos como surgiu essa idéia e como foi todo processo de gravação do clipe.

Leo - É sempre muito difícil escolher uma faixa do álbum para ser um single ou virar um clipe, pois ao longo do processo de composição e gravação do disco, vamos nos apegando a todas as faixas, cada um por um motivo específico. Mas, neste caso, foi uma decisão unânime na banda, o processo democrático funcionou pelo menos desta vez. Tivemos a sorte de poder apresentar as músicas do disco em muitos shows ao longo de 2013 e 2014 e o feedback do público foi sempre muito forte com a "Life Goes On", tanto ao vivo quanto através das nossas redes sociais. Esse resultado nos trouxe a certeza que o nosso feeling já apontava. Ai ficou fácil. E também porque a letra possibilitava a busca de algo conceitual e não somente focado na performance. Buscávamos algo que fugisse do clichê de clipes de bandas de metal muito focadas em performances de "galpão com fogo" e algo que pudesse traduzir sutilmente as nuances da letra e da mensagem por trás da composição. Tendo isto em vista, o diretor, Gerardo Fontenelle, nos trouxe a temática estética stalinista, mesmo sem cunho politizado - se é que isso é possível -, abordando o tema da letra com as referências de Orwell. Foi uma gratificante viagem no tempo e neste clássico literário mundial e tenho a certeza que conseguimos aplicar o conceito e dar significado marcante a mensagem que gostaríamos de transmitir ao público em geral, mesmo que de forma subliminar.

O clipe foi gravado durante um dia inteiro (23 de março de 2014) nas garagens do Estádio do Morumbi em São Paulo. Passamos um dia inteiro na locação, entre a gravação das meninas e a performance da banda sozinha e com a presença das meninas também. Acho que tocamos a músicas umas 15 vezes pra termos bastante opção de edição. A equipe de produção da Manimou foi muito ousada em fazer tudo em um dia e extremamente competente em seguir o cronograma, que nos deixou bem tranqüilos, ou seja, conseguimos tudo o que precisávamos e ainda deu tempo de comer, beber e confraternizar com todo mundo. Acho que eram mais de 30 pessoas no final das gravações. O mais legal é que o clipe já está com mais de 85.000 views, ou seja, o trabalho está sendo reconhecido e isso que importa.

O fato do clipe ter sido filmado no estacionamento do estádio do Morumbi sugere que o Republica seja então uma banda de são-paulinos? :)

Luiz - Quase acertou! Temos apenas um corintiano entre nós que é o Gabriel. Ele sofre um pouco (risos). Mas o fato de termos escolhido o estacionamento do Morumbi não teve nada a ver com isso. Quando o diretor do clipe, o Gerardo Fontenelle, nos apresentou o conceito do clipe, idéia de figurino, fotografia, etc, tinha uma foto na apresentação de uma locação praticamente igual ao estacionamento do SPFC. Procuramos a diretoria do clube e eles foram muito gentis conosco, nos cedendo o espaço para a gravação. Tivemos que esperar um espaço na agenda do estádio para podermos utilizar o local, e ai mais uma curiosidade: a gravação ocorreu no dia seguinte ao show do Metallica lá esse ano. Enquanto a equipe deles desmontava toda a estrutura do show, a gente gravava o clipe. Acho que isso de alguma forma nos trouxe boas vibrações. (risos)

Clipe de Life Goes On:
http://www.vevo.com/watch/republica-rock/life-goes-on/BRPYW1400001

O Republica vinha divulgando seu trabalho utilizando-se da expressão heavy rock, entretanto, ao ouvir a banda, notamos que o som de vocês é bem mais abrangente, reunindo elementos que vão do thrash metal, passando pelo stoner até o grunge. Qual é, de fato, a proposta musical do Republica?

Luiz - É essa mesmo! Promover uma fusão de estilos, timbres, sonoridades, para encontrar o som do Republica. Consideramos o novo álbum, "Point Of No Return", o amadurecimento e a conquista dessa nossa sonoridade. O termo Heavy Rock, na verdade, veio de uma matéria da revista Rolling Stone que nos "classificou" assim. Gostamos do termo e usamos em alguns releases nossos. Mas já fomos chamados de Grunge, Metal, Heavy Metal, Rock/Metal, etc.

Como vocês comparariam "Point Of No Return" com os dois álbuns anteriores, "Republica" (1996) e "There's No Fucking Electronic Modern Loop" (2008)?

Luiz - Como disse acima, consideramos o novo álbum a conquista de nossa proposta musical. O encontro de nossa sonoridade. Isto é uma das razões do próprio nome do álbum. Comparado com os trabalhos anteriores, "Point Of No Return" é o álbum mais elaborado. Trabalhamos um ano nas composições. Depois, durante as gravações, nos dedicamos muito na busca dos timbres perfeitos. Em cada instrumento, em cada música. Foi um processo intenso e de extrema dedicação. Embora gostamos também do material dos outros álbuns, "Point Of No Return" é nosso melhor trabalho sem dúvida. É o Republica com sua melhor formação e em sua melhor fase até hoje. É o Republica de hoje e o do futuro. Não tem mais volta.

Em termos de shows, como mencionamos inicialmente, vocês colecionam apresentações importantes como os shows no Rock In Rio e Lollapalooza, além da turnê com o Deep Purple. Como foi fazer essas apresentações e quais outros shows que você destacaria na carreira da banda?

Leo - Acho que todos os shows são importantes, independente de ser em um bar, casa de show ou festival. Cada show é um dia especial e nos preparamos da mesma forma. Claro que em festivais de grande exposição ou abertura de shows de bandas consagradas a ansiedade aumenta, mas na hora que você pisa em cima de um palco fica tudo igual! Os shows que você mencionou são alguns dos mais importantes na carreira sim. O de abertura da turnê do Deep Purple porque foi o primeiro show que eu fiz com a banda, então tem um sabor mais do que especial, além de ser um sonho cantar no mesmo palco - e com o mesmo microfone e pedestal -, que o Ian Gillan, que é um dos meus ídolos. Olhar pro lado e ver o Republica quebrando tudo com o backdrop gigante do Deep Purple atrás, a bateria do Ian Pace montadinha ali... é de arrepiar mesmo! Memorável! Sobre o Lollapalooza, também foi especial por ser um dos maiores festivais internacionais do mundo e éramos a única banda de Heavy Rock/Metal no line-up. Mesmo sem saber que alguns meses depois estaríamos no Rock in Rio, foi como se estivéssemos nos preparando para encarar o fato da melhor forma que podíamos imaginar. O Lolla é um puta tesão de fazer e não vejo a hora de repetir a dose! Mas sem dúvida o Rock in Rio foi a maior e melhor experiência de show da minha vida e com certeza pra banda toda. A estrutura, o público, a qualidade do backline e dos equipamentos, os horários, as transmissões ao vivo pela TV e pela web, o nosso show em si, com o Dr. Sin e o Roy Z... foi tudo perfeito e o público sentiu isso e gritou, pulou e bateu cabeça do início ao fim. Fora que esse show colocou a banda em um outro patamar no mercado e também de exigência pessoal com nossas futuras performances.
E tem mais outros dois shows que são bem memoráveis também, o do Maquinária em Santiago no Chile que no mesmo dia tinha Kiss, Slayer, Stone Sour e por ser em uma cidade que nunca tínhamos tocado, além do fato de eu ter caído de quatro metros de altura de cima do palco e quebrado meu braço esquerdo. Ainda bem que foi na ultima música! E o outro show muito louco e nostálgico foi tocar no Ceara Music pra 35 mil pessoas depois do Charlie Brown Jr. e antes do Simply Red. Foi um festival maravilhoso e sinto saudades ao lembrar.

Quais são os planos do Republica agora?

Leo - Continuar a divulgação forte do CD e do clipe novo, fazer shows pelo Brasil inteiro, gravar um clipe novo em alguns meses, organizar uma turnê internacional no segundo semestre e mais pro fim do ano iniciar as composições novas para o próximo álbum que devemos lançar em 2015. O mais importante agora é tocar, tocar e tocar!

Para finalizar, como pintou a idéia do nome Republica e o que ele representa para a banda e sua proposta?

Luiz - Ao contrário do que a maioria das pessoas acham, a escolha do nome Republica não foi pelo apelo político da palavra. Escolhemos o nome pelo significado que a palavra tem de união de pessoas. De comunidade de cidadãos. No nosso caso é a união de todos pela música. Pelo Rock. Isso é o nosso significado de Republica!




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Sobre Eliton Tomasi

Empresário artístico, gestor e produtor cultural, crítico musical. Foi fundador e editor-chefe da revista Valhalla (Rock Hard Brasil) - uma das mais importantes revistas especializadas em rock já existentes no Brasil - através da qual tornou-se um experiente e respeitado jornalista de rock. Há 20 anos atua como produtor de shows e eventos tendo já realizado desde pequenas gigs até produções internacionais de grande porte. Especializou-se na função de empresário e gestor de bandas e artistas nacionais e internacionais, participando da elaboração de diversos projetos culturais na área da música (rock) e realizando turnês freqüentes por todo Brasil e em mais de 15 países da Europa.

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