Humberto Gessinger: de volta às raízes gaúchas do rock

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Por André Molina, Fonte: Jornal Eco Curitiba
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Em entrevista, Humberto Gessinger dos Engenheiros do Hawaii fala sobre novo trabalho solo.

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Antes de chegar a Curitiba para apresentar show no Teatro Positivo neste sábado (22), Humberto Gessinger (líder dos Engenheiros do Hawaii) concedeu entrevista ao Eco Curitiba. Na ocasião, ele falou porque no álbum INSULAR (novo trabalho a ser lançado) decidiu trocar o formato acústico pelo elétrico, retornando às origens do rock gaúcho da década de 80.

Eco: Há algum tempo você vem investindo em trabalhos acústicos, como nos Engenheiros e no Pouca Vogal. O que motivou você a retornar ao formato elétrico?

Humberto: Pois é... Começou com o Acústico MTV, depois Novos Horizontes e Pouca Vogal. Quando dei por mim, estava há 10 anos no ambiente acústico. Já estava na hora de voltar ao ambiente em que me sinto mais à vontade: tocando baixo num power trio.

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Eco: O seu novo trabalho será resultado de sua carreira solo. Qual a diferença em relação ao processo de criação dos Engenheiros do Hawaii? Há diferentes parcerias?

Humberto: Claro que a gente amadurece, masnão vejo nenhuma diferença na maneira como componho. O que me levou a assumir o INSULAR como disco solo foi o fato de ele não ter sido gravado com uma banda fixa. As canções pediram isso, vários convidados, diferentes ambientes. Foi um prazer tocar com músicos gaúchos que admiro muito e que, sem que eu premeditasse, acabaram representando as vertentes que acho mais legais da música gaúcha, do som mais regional ao mais cosmopolita.

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Eco: Como você definiu o repertório do novo show já que conta, também, com canções mais obscuras dos Engenheiros?

Humberto: Faço questão de tocar músicas de todos os discos. É sempre legal tocar os clássicos, mas tem sido um prazer maior ainda redescobrir músicas que não tiveram tanta exposição quando lançadas. Parece que elas estavam aguardando chegar a hora certa.

Eco: Após esse trabalho da carreira solo há possibilidade de os Engenheiros retornarem. Qual formação você pensa retomar?

Humberto: Ainda não pensei no próximo capítulo. Nos próximos 03 anos estarei focado no INSULAR. Tenho muito orgulho da minha trajetória e sou grato por ter tocado com músicos incríveis. Mas o centro de tudo é sempre a música e não o formato.

Eco: O seu show pelo que dá para observar segue o mesmo clima pesado do Surfando Karmas e DNA (álbum pesado dos Engenheiros lançado em 2002). O trabalho solo segue nesta linha?

Humberto: Talvez o disco seja um pouco mais "gaúcho"do que o show. Mas o clima geral é bem parecido.




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Sobre André Molina

André Molina é jornalista, economista e começou a ouvir heavy metal ainda quando era criança. Tem 30 anos de idade e Rock 'n' Roll é sua religião.

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