Kamelot: entrevista com o tecladista Oliver Palotai

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Por Adrian Dragassakis, Fonte: BloodArt, Tradução
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A seguinte entrevista foi conduzida pela polonesa Patrycja Atharjatha Antkowiak, e algumas perguntas foram feitas por fãs brasileiros.

Em breve será lançado o novo album "Silverthorn". O que você pode dizer sobre ele, e o que podemos esperar desse novo cd?

É o terceiro álbum conceitual da história da banda. A história é sobre uma família do século 19 vivenciando uma perda trágica. Os eventos se desdobram junto com a música. Na edição especial, você encontrará um encarte com 40 páginas com a história completa. Foi interessante compor sobre isso, especialmente em relação à sequência e o fluxo de tensão é diferente em comparação a escrever um album normal.

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Ao ouvir os cds do Kamelot, temos a impressão de viajarmos da era medieval,o presente e o futuro. Você percebe isso também?

Se você quis dizer que o som do Kamelot mudou durante esses anos, é evidente que existe um forte desenvolvimento a respeito de composição, produção e som. Ao contrário de algumas bandas, nós nos reinventamos a cada álbum, sem perder nossas caracteristicas.Somos influenciados por outros estilos de música, crescemos como músicos e somos curiosos em criar coisas novas. Felizmente, temos uma base de fãs muito sofisticados, que não esperam o mesmo som mais e mais.

Você é tecladista e guitarrista, ainda me dizer se você treina para tocar estes instrumentos, talvez você esteja fascinado por algum outro instrumento?

Sim, eu ainda pratico. Especialmente agora, pois tenho um canal musical chegando, onde eu dou algumas dicas sobre meu trabalho e estilo de tocar. Eu pratico uma série de música clássica e jazz, já que estas são as minhas raízes. Já que uma das minhas principais tarefas é escrever todos os dias para orquestras sinfônicas, preciso ter um profundo conhecimento sobre o estilo de cada instrumento, de cordas para instrumentos de sopro para metais e percussão. Piano, guitarra e baixo são apenas meu meio pessoal para expressar a música.

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Como você e os outros caras estão trabalhando com o novo vocalista Tommy Karevik, e como o público está reagindo?

Estávamos um pouco nervosos no início deste verão, eu admito. Um período difícil e instável estava atrás de nós, até que se decidiu por Tommy. Então, Tommy nos surpreendeu com suas gravações, mas nós o tivemos como um cantor provisório para uma turnê no passado, e naquela época ele parecia um pouco tímido no palco. Então, nós tocamos pela primeira vez com ele, como um cantor permanente, e me senti como se estivesse na banda para sempre! Ele é incrível, um grande intérprete, e um cara muito bom, disciplinado. Nós nos consideramos muito sortudos de encontrá-lo.

Até agora, o álbum está sendo promovido pelo single "Sacrimony". Vocês pretendem lançar um segundo single em breve?

Nos próximos dias, o single "Sacrimony" irá ser lançado, então, logo mais um vídeo da canção "My confession" será lançado como segundo single.

Na nova tour será possivel ter musicas antigas no set, como Silent Goddess, Heaven ou The 4th Legacy?

Queremos incluir pelo menos uma canção mais antiga. Especialmente se Tommy conseguir cantá-la. Mas é dificil dizer agora, pois existem muitas canções que os fãs pedem e a escolha nunca é fácil.

Você ainda mantém contato com Roy Khan? Sabe o que ele anda fazendo?

Não, Roy está mantendo sua privacidade. A última vez que falei com ele foi no ProgPower USA dois anos atrás. Espero que ele esteja bem.

A entrevista na integra (em inglês) pode ser conferida no site:
http://bloodart.cba.pl/?page_id=2434




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Sobre Adrian Dragassakis

Nascido em 91, paulista, estudante de Jornalismo e músico nas horas vagas. Conheceu o Rock e o Metal com 11 anos de idade e até hoje carrega no sangue e nas veias bandas como Iron Maiden, Savatage, Dream Theater, Megadeth, entre outras...

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