T-Remotto: entrevista com a banda de Rock/Hardcore

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Por Ellen Maris, Fonte: Sunset Metal Press, Press-Release
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Adeptos do Rock/Hardcore, a T-Remotto tem ganhado destaque desde a Baixada Fluminense, seu local de origem e se expandido por todo o país desde o lançamento de seu primeiro registro, uma gravação de ensaio até serem conhecidos como mentores oficiais da música do projeto Rio + 20. Confira agora os cariocas da T-Remotto, em entrevista feita por Julie Sousa, baterista da banda Mortarium.

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Saudações! Primeiramente muito obrigada pela disponibilidade em nos conceder essa entrevista e pela oportunidade dada ao público de conhecer um pouco mais sobre a T-Remotto. Gostaríamos de saber como foi o surgimento da banda. Conte-nos um pouco sobre a banda e a formação atual.

T-Remotto: Nós é que agradecemos. A banda surgiu como um Power trio sem muita pretensão, depois de anos de ensaios e muita bebedeira, somente em 2003, a gente pôs o pé na estrada e resolveu levar a música a sério. Após idas e vindas, na banda, apenas em 2010 nos consolidamos na atual formação com cinco integrantes; Rogério Sylp (Vocal - um dos fundadores da banda), "Dom" Ramon (Baixo), "DJ" (Bateria), Fábio Spycker(Guitarra) e Felipe Moraes (Guitarra), foi como um recomeço para a T-Remotto.

Recentemente, a T-Remotto foi convidada para representar a Baixada Fluminense e compor a música oficial do evento da ONU, a Rio+20. Como foi feito esse convite e como a banda recebeu isso?

T-Remotto: O convite foi feito pela produção do Projeto Baixada+20. Para banda foi um desafio, pelo curto prazo para composição, mas, de pronto aceito e o resultado foi gratificante.

O que mudou para a banda após esse convite?

T-Remotto: Ganhamos certa notoriedade e rolaram alguns convites para projetos culturais e outros.

A banda já tem algum material disponível? Se sim, conte como foi o processo de gravação e onde e como podemos adquirir.

T-Remotto: Gravamos uma demo que chamamos de "É Assim Que a Banda Toca" e está servindo de parâmetro para o nosso debut, e foi gravado ao vivo na Toca do Bandido, estúdio do lendário Tom Capone. O cd pode ser adquirido nos shows do T-Remotto ou em download gratuito no site Myspace.

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Interessante destacar que as letras de vocês são em português, muito boas por sinal! Porquê a escolha pela língua nativa?

T-Remotto: Pra nós, nem se trata de escolha, mas, sim, de um processo natural, assim como nossas composições. Fazemos o que sentimos, a gente não se importa com tendências. Seja em português ou japonês, o que mais importa é o resultado que o nascimento dessa música nos proporciona. A verdade sempre estará por lá.

Quem compõe os versos da T-Remotto? O que vocês querem passar como mensagem para o público?

T-Remotto: Rogério Sylp (vocalista) e DJ (baterista), uma parceria que soma pontos a mais pra banda a toda nova composição. A ideia é fazer pensar sempre, e isso aparece no nosso dia a dia. Falamos de crenças, política e problemas sociais, ou seja, viver tem sido nossa maior inspiração. Queremos que nossa música ultrapasse as barreiras dos ouvidos e sirva como atento para qualquer um que se identifique.

Muitas bandas não gostam de se rotular em um único estilo por acharem que isso as limitaria ou coisa do tipo. A T-Remotto se define em algum estilo?

T-Remotto: Definir um estilo pra nós realmente é um pouco complicado, mas, como já, havíamos dito antes, fazemos o que sentimos, é a nossa verdade... é rock n' roll e a mistura das nossas influências.

Há um debate hoje na cena sobre bandas covers. Muitos acham que bandas covers têm tomado o espaço das autorais. Queremos saber o que vocês pensam sobre isso.

T-Remotto: Não acreditamos que estejam tomando espaço, na verdade existem eventos que tradicionalmente cultuaram um público que se acostumou a assistir bandas covers. O que pode ser feito é um processo simples e lento. Um exemplo: Participamos de eventos covers, tocando Raimundos, mas, não deixamos de tocar nossas músicas e a galera respeita e vem na mesma vibe o show inteiro. A partir disso, vimos uma forma de cativar a galera, e começamos a entender que esse é o caminho para que nossa música seja conhecida também em eventos covers.

Agora, fique a vontade para deixar o recado de vocês. O espaço é seu! E desde já, agradeço a disponibilidade e tempo para a entrevista. Abração!

T-Remotto: Galera apostem no novo, prezem pela qualidade e exijam o melhor, Não aceitem o que te empurram garganta adentro. Aceitar é somente existir, questionar é viver! Que a oportunidade de nos encontrar em nossos shows esteja mais breve que nunca. Aproveitando para agradecer a todos que curtem e compartilham o nosso som.




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Sobre Ellen Maris

Jornalista, assessora de imprensa, manager, produtora, letrista e cantora. Colaboradora ativa da cena underground no Brasil desde 2001. Fundadora e idealizadora da União Doom Metal Brasil. Apaixonada por música, praia e leitura.

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