Toxic Holocaust: Joel Grind fala sobre o novo álbum
Por Luis Augusto Bueno De Amorim
Fonte: xplosivemetal.com
Postado em 29 de abril de 2012
Confira a entrevista com Joel Grind feita pela revista gringa Xplosive Metal, em 20 de novembro de 2011. Com detalhes sobre a banda e sobre o novo disco.
Toxic Holocaust - Mais Novidades
Xplosive Metal: Recentemente vocês lançaram o disco "Conjure And Command". Na sua opinião, o que há de diferente neste novo álbum, em comparação com os álbuns anteriores do Toxic Holocaust?
Joel Grind: Ele é diferente dos outros por ser mais variado. Há músicas lentas e "malvadonas" junto com outras que figuram entre as mais rápidas que já gravamos.
Xplosive Metal: Você escreveu todos os álbuns do Toxic Holocaust por si mesmo no passado. Você escreveu todas as partes para este álbum também? Quais foram os desafios que você enfrentou na criação de "Conjure And Command"?
Joel Grind: Realmente eu escrevi todas as letras novamente. O maior desafio foi encontrar tempo para compor tanto. A turnê de "An Overdose Of Death" durou 3 longos anos, e não tinha como escrever novas músicas no meio de toda essa loucura.
Xplosive Metal: Como é o processo de criação das músicas do Toxic Holocaust? Vocês se reúnem para criá-las?
Joel Grind: Eu geralmente invento um riff de guitarra, e o resto se junta depois. Antes mesmo de me sentar com minha guitarra na mão, eu procuro ter idéias claras sobre a essência da música que quero criar.
Xplosive Metal: A banda está partindo para uma enorme turnê na Europa, na promoção do novo álbum. Você tem muitas expectativas? Existem shows em especial, em algum lugar, que lhe deixam mais ansioso?
Joel Grind: Eu realmente estou muito ansioso, pois não aparecemos por lá desde 2009. Eu amo tocar no velho continente, pois os headbangers por lá são totalmente malucos. Mal posso esperar para tocar na Alemanha e Escandinávia.
Xplosive Metal: Existe alguma música em particular de "Conjure e Command" que lhe deixa realmente orgulhoso?
Joel Grind: Humpf! Eu só escrevo coisas das quais eu gosto! (risos). Eu gosto de cada uma delas por razões diferentes. Mas parece que "Bitch" é a que mais agradou o público.
Xplosive Metal: Com 50.000 fãs no facebook, e concertos lotados em Londres, você não acha que o Toxic Holocaust está muito impactante para permanecer no underground do metal?
Joel Grind: Isso é besteira. Quando eu comecei eu nunca queria saber dessas coisas e até hoje é assim. Só quero escrever e tocar, o resto é conseqüência.
Xplosive Metal: Conte-nos como o Toxic Holocaust foi criado, e fale sobre os desafios iniciais.
Joel Grind: Resumindo ao máximo, comecei em 1999, enquanto ainda estava no colegial. Eu só queria tocar um pouco de heavy metal com os amigos. Infelizmente as pessoas não tinham interesse nessa idéia, no local onde eu vivia na época. Tenha em mente que eu morava no meio do nada e que lá, não era nada comum pessoas querendo tocar thrash metal. Sendo assim, eu aprendi a tocar os instrumentos sozinho e decidi começar sozinho
Xplosive Metal: Antes de criar Toxic Holocaust você tocou em duas bandas punk (The Rapists e Discharge). O que fez você voltar para o heavy metal?
Joel Grind: (Risos) Eu não estava numa boa nessa época entende? Toquei em bandas punks pelo fato de que no local em que eu vivia não havia mais pessoas interessadas em metal. Mas que fique claro que, de qualquer forma, eu sempre amei música Punk tanto quanto Heavy Metal.
Xplosive Metal: Muitos dos nossos leitores são músicos. Você poderia explicar como você começou? Há algum conselho que você possa dar aos amigos músicos que irão ler essa entrevista?
Joel Grind: Bem, quanto ao meu início como músico eu creio ter dito tudo agora a pouco. Um conselho seria para não ficarem presos em opiniões alheias. Apenas se concentrem em escrever canções legais e originais. Seja fiel ao que realmente lhe agrada, não precisa ser algo de gosto popular.
Xplosive Metal: Você já tem idéias para o próximo álbum do Toxic Holocaust?
Joel Grind: Lotes de idéias!
Xplosive Metal: Agora falaremos sobre o que importa (aos canadenses). Qual é a sua cerveja favorita?
Joel Grind: Depende muito. bebo qualquer merda, desde que seja barata. Quando resolvo beber algo bom mesmo, bebo Tsingtsao.
Xplosive Metal: Qual sua cidade favorita para fazer shows no Canadá?
Joel Grind: Curto Edmonton e Calgary. Os shows sempre vão além nesses lugares. O Canadá é foda! Eu amo tocar lá.
Xplosive Metal: Qual foi o melhor show que você já fez?
Joel Grind: Pergunta difícil... mas provavelmente foi no México ou Alemanha.
Xplosive Metal: Qual é o melhor álbum de metal de todos os tempos?
Joel Grind: Welcome To Hell - Venom
Xplosive Metal: Existe alguma guitarra na sua coleção que você gosta mais de tocar?
Joel Grind: Minha Gibson Flying V preta.
Xplosive Metal: Com qual banda você excursionaria se pudesse escolher?
Joel Grind: Slayer
Xplosive Metal: Em nome da Xplosive Metal, agradeço pelo tempo que lhe tomamos na entrevista.
Joel Grind: E eu agradeço pela entrevista! (risos)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O vocalista que tatuou a banda no braço e foi demitido em seguida
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Para Geezer Butler, capa de disco do Black Sabbath é "a pior de todos os tempos"
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
Para Matt Sorum, Velvet Revolver poderia ter sido tão grande quanto o Guns N' Roses
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
Os títulos de músicas do Metallica que aparecem em "The Last Note", do Megadeth
A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Dave Mustaine aponta o que poderia resolver sua relação com o Metallica
A sincera opinião de Jéssica Falchi sobre o Iron Maiden sem Nicko McBrain
O clipe do Linkin Park que não envelheceu bem, na opinião de Mike Shinoda
O dia que músico expulso dos Beatles desabafou com João Barone: "Ele ficou triste"
O megahit do Iron Maiden que não representa o som da banda, segundo Steve Harris


Cradle Of Filth: o lado negro do vocalista Dani Filth
Bob Daisley: baixista dá detalhes de sua briga com Osbourne



