Sebastian Bach: "estou cantando como um menininho"

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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Tim Louie, do The Aquarian Weekly, entrevistou o antigo vocalista do SKID ROW Sebastian Bach. Seguem alguns trechos da conversa.

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The Aquarian Weekly: Vamos falar do "Kicking & Screaming". Esse é seu primeiro CD com o jovem fenômeno da guitarra Nick Sterling. Como foi o processo de gravação com ele.

Sebastian Bach: Foi ótimo! O Nick completou 21 anos há alguns dias atrás e eu o peguei quando ele estava com 19 anos. Eu vi um anúncio dele numa revista e fui ao site dele e escutei uma das músicas chamada "Dancing On Your Grave" - aquele riff estourou nas caixas de som do meu computador e eu realmente adorei. Então ele entrou pra minha banda e corremos o mundo muitas e muitas vezes... Bem, não muitas e muitas vezes, mas algumas vezes (risos)! E esse é o primeiro grande lançamento dele, e os riffs são de enlouquecer. Eles são inacreditáveis! Quero dizer, eu dei entrevistas para o The Aquarian desde o primeiro disco do SKID ROW em 1988, então eu tinha a idade dele na época, e a música que a gente fazia na época tinha um espírito que talvez você não consiga entender quando está com 50 anos de idade. E então o Nick tem 21 anos, e a música no "Kicking & Screaming" se ajusta bem ao primeiro disco do SKID ROW porque acho que tem esse espírito adolescente.

The Aquarian Weekly: Músicas como a "Kicking & Screaming", "TunnelVision", minha faixa favorita; "Dance On Your Grave" e "Live the Life" tem o vocal vintage do Sebastian Bach, que achei semelhante aos CDs "Slave To The Grind" e "Subhuman Race". Foi importante para você voltar às origens?

Sebastian Bach: Acho que simplesmente é meu jeito de cantar. É como eu sôo. (risos) Não dá para mudar a forma como eu sôo. Em algumas das músicas - "My Own Worst Enemy" e "Caught In A Dream" - para mim, minha voz parece tão jovem e eu não sou jovem! Eu mal posso acreditar no que ouço e fico tipo, "Como isso é possível? Eu tenho farreado por uns mil anos!" (risos) Eu sôo como um menininho em algumas dessas músicas. Eu as escutei um milhão de vezes! Minha voz tem vontade própria. Quero dizer, eu sei como fazê-la fazer isso, mas leva muito tempo para aquecê-la para fazer soar daquele jeito, mas é assim que vai soar quando está no ponto!

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The Aquarian Weekly: Seus fãs ficarão satisfeitos com o novo álbum porque é o Sebastian Bach vintage!

Sebastian Bach: Bem, é o máximo que posso fazer! (risos) Adoro o fato de poder colocar 13 músicas novas em folha no seu iPod que você vai curtir! É o melhor que há para mim! Eu adoro fazer isso! Me faz sentir tão bem!

The Aquarian Weekly: Quanto do "Kicking & Screaming" vocês vão tocar ao vivo?

Sebastian Bach: Já tocamos um bocado dessas músicas ao vivo. Você pode ver uma versão da "I'm Alive" no YouTube. Tocamos a "As Long As I Got The Music" uma ou duas vezes. Tocamos a "Live The Life". Temos um DVD saindo com a versão deluxe que tem versões ao vivos de algumas músicas. É um DVD incrível. Também tem os três novos vídeos que gravamso. Gravamos vídeos da "TunnelVision", "Kicking & Screaming", e da "I'm Alive", e gastamos a mesma quantia de dinheiro nesses três vídeos que gastamos com comida para a gravação da "Monkey Business" (risos). A tecnologia é demais porque HD é muito barato e qualquer um pode gravar um vídeo muito bom. Eles ficaram incríveis e não podia estar mais satisfeito. Então é o que temos por vir, e o vídeo tem as imagens gravadas profissionalmente da turnê com o GUNS N' ROSES. Se chama "As Long As I Got The Music: The Movie", e vai sair junto com a edição deluxe.

Leia a entrevista na íntegra no The Aquarian Weekly.




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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