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2022/07/09
2022/08/18

Carro Bomba: entrevista com o baixista Fabrízio

Por Ben Ami Scopinho
Em 12/08/11

E o Carro Bomba honrou sua promessa: "Carcaça" conseguiu ser ainda mais pesado que seu antecessor, "Nervoso, lançado em 2008... Aproveitando o lançamento, o Whiplash! conversou com o baixista Fabrízio sobre a atual fase dos paulistanos:

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Whiplash!: Olá pessoal! "Nervoso" apresentou uma forte mudança no direcionamento musical do Carro Bomba. Agora, passados três anos, que balanço vocês fazem do atual estágio da banda?

Fabrizio: Estamos numa fase muito boa. O "Carcaça" está sendo muito elogiado e os shows estão cada vez mais insanos, com aumento constante de público, uma vez que o nome do Bomba está se espalhando de forma relativamente rápida. Isso tudo é decorrente do que iniciamos no "Nervoso", um álbum que realmente foi um divisor de águas em nossa trajetória.

Whiplash!: Já "Nervoso" e "Carcaça" possuem uma sonoridade mais próxima. Seria equivocado afirmar que o Carro Bomba esteja estabilizando sua proposta?

Fabrizio: Não, não seria. Mas eu apenas colocaria de outra forma; o Carro Bomba já encontrou sua própria sonoridade, ou identidade musical.

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Whiplash!: De qualquer forma, é inegável a influência que o Black Sabbath, na fase Dio, exerce sobre "Carcaça". O Heitor disse ao New Horizons Zine que, após as composições estarem prontas, Heros Trench e Marcelo Pompeu foram os responsáveis pelo direcionamento da sonoridade do "Carcaça". Poderia explicar isso melhor?

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Fabrizio: O direcionamento foi dado pela banda e, de certa forma, até pelo próprio "Nervoso". Entramos no estúdio, preparados e sabendo exatamente o que queríamos, que era soarmos mais pesados. O que o Heros e o Pompeu fizeram foi acrescentar algumas idéias que contribuíram nesse sentido.

Whiplash!: Os temas do novo disco são atuais e tipicamente urbanos. Até onde cantar em português é importante em meio a um público que ainda exibe tanta resistência para com nossas bandas?

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

Fabrizio: Você mesmo já respondeu; justamente por haver resistência, é importante persistir. E, pra ser bem sincero, isso nos instiga.

Whiplash!: "Tortura" também conta com a voz do Vitor Rodrigues, do Torture Squad. Como aconteceu sua participação?

Fabrizio: Quando a música já estava estruturada, o Rogério veio com essa idéia. Na hora já achamos do caralho e, por sermos todos brothers, ficou bem fácil. O Vitor curtiu bastante a experiência de cantar em português.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Whiplash!: Como é estar com a Laser Company nestes tempos em que a venda dos CDs está em baixa? Até que ponto a influência da Laser pode elevar suas bandas a um novo patamar?

Fabrizio: A parceria está sendo muito boa. A visibilidade da banda está bem maior e o CD disponível em lugares nunca alcançados anteriormente.

Whiplash!: Considerando a reação do público no show de lançamento do "Carcaça" no Manifesto Bar, o Carro Bomba já garantiu sua cota de fãs pela região. Mas, e fora de São Paulo, como está a situação?

Fabrizio: A procura pelo Bomba tem aumentado bastante, tanto por produtores de shows quanto pelos fãs que nos saúdam, Brasil afora e exterior. Estamos agendando shows constantemente e a tendência é só aumentar, inclusive em distâncias.

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Whiplash!: Em março vocês tocaram pela primeira vez fora do Brasil. Como rolou essas datas e quais suas impressões sobre o cenário do Chile? Confesso que não conheço muita coisa de lá... Que bandas você indicaria?

Fabrizio: O Deca (guita da Baranga) começou a se corresponder pelo Myspace com os caras do Tabernários (banda chilena), que organizaram uma tour por lá, nomeada "Eje Del Mal" (Eixo do Mal), levando a Baranga para tocar. Logo a gentileza foi retribuída. E foi nessa que nos conhecemos, tocando juntos em Limeira (SP). Quanto ao cenário deles, o que mais me chamou a atenção é que lá não há segregação de estilos. As bandas com as quais tocamos iam do Hard Blues ao Thrash e a galera curtia todas elas. Boca Seca, Lethal Fist, Devil Presleys, Hielo Negro e o já citado Tabernários são alguns bons nomes.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Whiplash!: Uma curiosidade final... Qual foi a maior ‘roubada’ em que o Carro Bomba se meteu nos shows que fez pelo Brasil nestes anos todos?

Fabrizio: Foram várias. A maioria, nos primórdios, é claro. Uma que me veio à mente foi num Motoclube, do qual não me recordo o nome, em Santa Isabel, interior de SP. Puta bagunça, um monte de bandas covers horríveis e um P.A de merda. Chegamos pra fazer o show na hora marcada, só que ainda tinham sei lá quantas bandas pra tocar antes da gente. Batemos e voltamos, literalmente.

Whiplash!: Tá, mais uma curiosidade... Ô Fabrízio, você curtiu destruir o vidro daquele carro na seção de fotos para o novo disco, hein? Aposto que todo mundo gostaria de fazer isso um dia, eheh!

Fabrizio: Curti, foi bem legal. E ficou uma puta foto, como todas as outras. Às vezes dá vontade de sair na rua fazendo isso, mas aí eu pego meu baixo...

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Whiplash!: Ok, pessoal, o Whiplash! agradece pela entrevista desejando boa sorte ao Carro Bomba! O espaço é de vocês para os comentários finais, ok?

Fabrizio: Um abraço pra todo mundo e podem anotar aí: como já é de praxe, o próximo disco do Bomba será ainda mais pesado. Já temos umas pérolas novas que comprovam isso, hehe... Up the Bombers!!!

Contato:
http://www.carrobombaoficial.com.br
http://www.myspace.com/carrobomba

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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