Jeff Scott Soto: "tinha medo do Kiss quando era criança"

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Por Nathália Plá, Fonte: Brave Words & Bloody Knuckles, Tradução
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O vocalista JEFF SCOTT SOTO deu uma entrevista ao blog Metal Shrine em novembro de 2011. Um trecho está disponível abaixo.

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Sobre querer se tornar um cantor: "Desde que eu tinha tipo uns cinco anos! Eu vi o MICHAEL JACKSON fazer isso tão novo. É tão real quando você vê hoje coisas como Hannah Montana. Eles são grandes e obviamente sua base de fãs são crianças que são bem mais novos que eles. Foi exatamente a mesma coisa pra mim quando eu vi o Michael Jackson. Era o que eu queria fazer! Se ele podia e era só alguns anos mais velho que eu, por que eu não poderia? Já estava no meu sangue, já nos meus pensamentos. É o que eu quero fazer da vida e é tudo o que vou fazer na vida!"

Sobre o KISS: "Eu nunca fui fã do KISS quando estava crescendo. Sempre foi meio assustador para mim. É tipo como quando crianças têm medo de palhaços. Quando os vi, era muito vil e sombrio para mim. E algumas das influências, como eu lhe disse, eram completamente opostas. Aquela era música realmente positiva e que elevava seu espírito e bem alegre e cheia de energia, então o KISS para mim soava como a música do demônio e eles se pareciam com diabos. Foi só quando eu estava bem mais velho que eu passei a gostar de rock, foi quando eu descobri o quão inofensivo e calmo o KISS era realmente. Eu passei a gostar deles quando eles tiraram as máscaras e fizeram aquela coisa dos anos 80, como 'Heaven´s On Fire' e 'Lick It Up' e foi quando eu realmente passei a gostar de KISS. Mas é claro que agora, eu realmente aprecio tudo que eles fizeram em seu legado, especialmente agora, sendo amigo do Paul Stanley e alguns dos caras mais novos como o Eric Singer e o Tommy Thayer. É bem legal dizer que esses caras são seus amigos agora e apreciar o que eles fizeram sendo que eu nem gostava deles quando criança (risos)."

Sobre trabalhar com YNGWIE MALMSTEEN: "Eu lembro como se fosse ontem. Eu conheci Yngwie e basicamente recebi a ligação... Eu fiquei surpreso por ter recebido a ligação porque eles não esperavam as demos que mandei para eles. Eu tinha 16 anos quando cantei e eu sequer esperava que fossem me ouvir e quando descobri mais tarde da caixa de fitas que levaram a Yngwie só duas foram tiradas e tocadas para ele. A primeira que tocaram foi a pior de todas que estava na caixa e a segunda era minha fita. Eles nem se importaram com o resto. É incrível para mim que eles tenham escolhido esse menino de 18 anos, que tinha 16 na demo e considerado que ele era bom o bastante para cantar para Yngwie naquele momento comparado com tudo o mais que havia sido enviado para ele. Eu fui para o estúdio conhecê-lo e ele estava trabalhando no álbum instrumental e ele foi meio frio e reservado. Ele não se interessou realmente em me conhecer. Ele estava no meio da preparação do disco dele e foi meio tipo que 'Tá bom, vou tomar um tempo e conhecer esse cara, tanto faz!' Ele me levou a essa sala pequena, tirou a guitarra acústica dele e começou a tocar. 'Ok, tenho essa música então tire alguma melodia!' Então eu meio que comecei a cantar junto e ele 'Ok, esse é o refrão e essa é a melodia - ba ba bapa ba!' E eu fui mandando letras o mais rápido que podia e tentando lembrar a melodia e cantar para ele, só eu e ele, como um dueto e ele 'Isso, tá bem legal, vamos gravar!' Ele foi para a sala de controle e eles ajustaram o microfone na sala de frente para ele e eles começam a tocar a mesma música, mas com a banda toda tocando e eu fiquei tipo 'Ai, Jesus, agora eu tenho de cantar a letra e a melodia!' e estou tentando lembrar tudo bem na hora. Acho que eu até tenho uma cópia disso. Eles mixaram uma cópia para mim daquilo em uma fita cassete e eu ainda tenho isso em algum lugar lá em casa. E essa foi minha audição. Eu basicamente cantei 'As above, so below' com minha letra de mentira e tentei lembrar a melodia e tudo que lembrava eram as notas mais altas que consegui alcançar bem no final, e então ele disse, 'Cara, tá muito bom! Vamos a minha casa fazer demos de mais algumas músicas e vamos ver no que dá!' E foram umas três semanas assim, que culminaram com o 'seja bem vindo à banda!'"

A entrevista completa (em inglês) está no link abaixo.

http://metalshrineblogg.blogspot.com/2010/11/intervju-med-je...

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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