MUCC: festivais e novos lançamentos

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Por Emanuel Seagal, Fonte: JaMe Brasil
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O JaME teve uma entrevista com o MUCC no festival Tuska Open Air, na Finlândia. Nós os perguntamos sobre participações em festivais e seus novos lançamentos.

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Retornando à Finlândia mais uma vez para participar do festival Tuska Open Air, o MUCC tocou com uma grande variedade de bandas. Após sua apresentação, a banda sentou-se conosco para conversar sobre o evento e seus novos lançamentos.

Olá, prazer em conhecê-los. Obrigado por nos dar a oportunidade de entrevistá-los.

MUCC: Prazer em conhecê-las.

Hoje, vocês tocaram no Tuska Open Air Metal Festival. O que vocês acharam de sua própria apresentação?

Tatsuro: Nòs nos divertimos!

Vocês tiveram a chance de assistir a apresentações de outras bandas?

Miya: Eu pude assistir algumas bandas por um tempo, mas infelizmente eu não tinha muito tempo para isso.

Antes do Tuska, vocês tocaram no Metaltown Festival na Suécia. Como foi esse show?

Tatsuro: Bem, já fazia um tempo que nós não vínhamos à Europa. Consequentemente, na Suécia, levou um tempo até que nos acostumássemos ao clipe estrangeiro. Mas hoje nós pudemos aproveitar nosso show ao máximo.

Dois festivais seguidos deve ser difícil. Vocês estão cansados?

MUCC: Até que não.

Vocês gostariam de mudar alguma coisa deste fim de semana?

Miya: Na Finlândia, nós tivemos um show mais longo e mais tempo para nos preparar. Isto teria sido bom na Suécia também.

Essa é a terceira vez de vocês na Finlândia. Como vocês se sentem aqui? Vocês visitarão a Finlândia novamente no futuro?

Tatsuro: Parece que nós já estivemos aqui mais do que três vezes.

Miya: Eu virei à Finlândia novamente em outubro!

Pelo menos Miya e Tatsuro já conhecem o girugamesh há um bom tempo. Como foi tocar no mesmo festival que eles na Finlândia? Em geral, vocês passam muito tempo com eles?

Miya: Nós nos sentimos mais confiantes com bons amigos ao nosso redor aqui. Tudo é mais divertido. No Japão, nós costumamos visitar as casas uns dos outros.

A carreira do MUCC já é longa e seu som continua a mudar e evoluir. Há algo remanescente do MUCC original? Do que consiste o grupo?

Miya: O MUCC atual é muito diferente do antigo. Nós já tão fomos longe e evoluímos tanto que qualquer pessoa pode dizer que o MUCC original desapareceu; no entanto, a atmosfera original não sumiu. Nós nem imaginamos o que poderia ser a essência da nossa banda se nós não fizessemos as coisas de maneira tão natural e honesta. Talvez é isso o que nos tona o MUCC.

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No fim do verão, vocês lançarão duas coletâneas, COUPLING BEST e COUPLING WORST. Vocês podem nos contar algo sobre elas?

Miya: Nós queríamos lançar esses tipos de coletânea há um longo tempo. COUPLING WORST contém músicas antigas que podem ser até embaraçosas de certa forma. É por isso que o chamamos de "worst" (nota: "pior")

Há partes de Ave Maria na canção Sanbika. De onde veio essa idéia?

Miya: A idéia foi minha.

Vocês possuíam algum objetivo com o álbum Kyuutai? Houve algum obstáculo durante a gravação?

Miya: As músicas desse CD foram criadas durante uma turnê. Então "viagem" é a idéia e o tema do disco. É por isso que o chamamos de Kyuutai ("globo") (risos) Naturalmente, não houve nenhum problema no processo de gravação, porém, durante a turnê, tivemos problemas em salvar as músicas novas.

Vamos voltar ao show de hoje. Como vocês construíram a set list dele?

Miya: Havia pouco tempo para o show, então queríamos que ela fosse diversa. Além disso, tentamos escolher canções que os finlandeses pudessem gostar.

Vocês disseram à platéia para se sentarem durante o show. Vocês fazem isso no Japão também?

Tatsuro: Isso é algo novo para nós, mas sabemos que isso já foi feito por outras bandas muito antes da gente.

O que os confunde mais na Europa?

Tatsuro: As trocas de dinheiro têm sido estranhas. Há uma moeda diferente na Inglaterra e na Suécia, mas ainda assim, em alguns países ela é a mesma, o euro. Na Finlândia, a longevidade maior do dia nos impressiona.

Tuska é om festival de música metal. Quais são suas bandas de metal favoritas?

Miya: Suicidal Tendencies. Eu gostaria de ter assistido à apresentação deles, mas não foi no mesmo dia da nossa. Eu percebi que algumas bandas de metal finlandeses usam maquiagem, então nós combinamos muito bem!

Tatsuro: Eu não ouço muito heavy metal.

YUKKE: Se eu encontrar uma banda de metal tocando, euj posso até parar e ver o show, mas eu não ouço este tipo de música em meu tempo livre.

SATOchi: Uma vez, nós fizemos uma turnê com o Avenged Sevenfold. Eu gosto deles.

O que vocês diriam ao público de hoje?

Miya: Quando nós voltarmos em outubro, eu espero vê-los novamente em nosso show. Nós não visitamos a Finlândia muito, mas eu espero que vocês sejam pacientes e esperem por nós.

Tatsuro: Nós nunca estivemos na Finlândia no meio do inverno. Eu ouvi falar que neste tempo, não há nada além de escuridão aqui. Eu estou curioso para ver como é isso!

YUKKE: Nós tivemos uma ótima sessão de autógrafos aqui. Eu gostaria de ver uma parecida da próxima vez.

SATOchi: Eu fiquei feliz de ver que tantas pessoas compareceram à sessão de autógrafos. Obrigado a todas aquelas pessoas, o resto do meu dia foi mais animado.

Obrigado pela entrevista!

MUCC: Obrigado!




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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com clássicos como Iron Maiden e Black Sabbath. Hoje em dia, entre outros gêneros musicais, e sem se limitar a rótulos, ouve principalmente doom, viking e folk metal. Sempre que possível está em busca de novas bandas que tenham algo a transmitir alem de clichês, e mesmo em meio a tantas novidades não dispensa pérolas como o bom e velho Candlemass. Acompanha o Whiplash! desde os primórdios, tendo iniciado sua vida de internauta no mesmo ano de criação do site (1996). Há algum tempo está envolvido com metal, seja trabalhando com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa, na tentativa de contribuir de alguma forma para o crescimento desse que é um dos segmentos mais apaixonantes da música, o metal.

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