Pedra: entrevista com Rodrigo Hid

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Por Rodrigo Werneck e Marcos A. M. Cruz
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Quem acompanha o Rock paulistano se viu surpreso quando, já praticamente no fim de 2004, saiu a notícia que o PATRULHA DO ESPAÇO perdera nada menos que três integrantes, ficando na realidade somente "the drummer and dreamer" Júnior, membro fundador do grupo. Algum tempo depois, dois deles ressurgem juntamente com outro músico que passara havia alguns anos pelo Patrulha, e com isto estava formado o PEDRA: Rodrigo Hid (violão, guitarra, teclados & voz), Xando Zupo (guitarra & voz), Luiz Domingues (baixo & voz), que lançou seu disco de estréia meses mais tarde e, passados três anos, está soltando seu novo álbum, "Pedra II", contando agora com o baterista Ivan Scartezini (bateria). Fomos bater um papo com Rodrigo, que falou sobre o passado, presente e futuro do PEDRA.

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(Fotos: Grace Lagoa)

No encarte do CD "Capturados ao vivo no CCSP em 2004", Junior (Rolando Castello Junior) diz que "O final dessa formação (do PATRULHA DO ESPAÇO) foi consensual entre todos os envolvidos e foi numa boa". Mas o que aconteceu exatamente para causar a saída de vocês três (Luiz Domingues/ Rodrigo Hid/ Marcelo Schevano)?


Rodrigo: "Não houve nenhum fato ou motivo específico que ocasionou a saída dos membros desta formação do Patrulha. Acredito que os diferentes interesses pessoais e musicais na época tornaram inviável dar continuidade ao trabalho que vínhamos desenvolvendo. A saída realmente foi consensual e numa boa, somos todos amigos".

De certa forma, "I Got My Own World To Live", álbum creditado somente ao Xando Zupo, pode ser considerado o embrião do PEDRA, e foi de fato produzido poucos meses antes do derradeiro show de despedida da formação do PATRULHA que contou com vocês três; faixas como "Ficando Louco" e "Livre Como Você" poderiam estar em qualquer um dos dois discos... ou não?


Rodrigo: "O primeiro disco-solo do Xando foi uma retomada em sua carreira desde o fim do BIG BALLS. Mas não trata-se de um embrião do PEDRA, pois não há um 'núcleo' de músicos envolvidos com alguma proposta artística. Ele chamou alguns amigos e gravou o disco. As duas faixas com a participação do PATRULHA poderiam realmente estar em algum disco do PEDRA, as duas músicas são bem legais".

Então, como foi o processo de formação da banda?

Rodrigo: "Em meados de 2004, o Xando começou a ensaiar com alguns músicos amigos para dar início a um projeto autoral. Algumas formações depois o Luiz ingressou no projeto (que ainda não tinha um nome definido), e na seqüência fui eu quem chegou. Já com o nome PEDRA, gravamos o primeiro clip da música 'O Dito Popular' em 2005. Neste momento nossas músicas entram para a programação diária da rádio 107,3 fm (Brasil 2000) em São Paulo. O primeiro disco 'Pedra' é lançado no início de 2006. A formação definitiva fechou quando convidamos o Ivan para ingressar na banda. Foi com esta formação que fizemos nosso primeiro show em maio de 2006 na tradicional 'Feira de Artes da Vila Pompéia', em São Paulo. E também é esta a formação que está lançando o CD-HQ 'Pedra II'. Digo que é a formação definitiva, pois não consigo mais ver a banda funcionando sem os integrantes atuais".

Além de participar do álbum do Xando, no primeiro disco do PEDRA há uma música ("Misturo Tudo e Aplico") assinada pelo trio Schevano/ Hid e Zupo; chegou a ser cogitada a entrada do Marcelo Schevano no grupo?

Rodrigo: "Não cogitamos a entrada do Marcello. Na verdade o riff da música é dele, apesar de que ele nem lembrava que este riff existia (hehehe)".


O nome PEDRA é um trocadilho com ROCK, ou existe alguma outra interpretação para sua escolha?

Rodrigo: "Quando pensamos no nome para a banda, queríamos algo simples e de fácil assimilação. Após algumas sugestões batemos o martelo em PEDRA. Mas curiosamente, o nome também dá margem a outras interpretações, o que somente fomos descobrindo com o feedback do público e da mídia. De qualquer forma, a idéia original não era fazer um trocadilho ou mesmo sugerir alguma outra interpretação. O nome é direto e simples, não há nada nas entrelinhas".


Por que a banda não tinha baterista fixo no início, e somente depois de lançado o primeiro disco houve a entrada do Ivan Scartezini?

Rodrigo: "Primeiro porque não tínhamos uma pessoa que tivesse disponibilidade e condições de arcar com um trabalho autoral desde o início, sem apadrinhamentos ou grandes esquemas. Segundo porque também não tínhamos um baterista que possuísse afinidade musical com o resto da banda. A pessoa que 'vestiu a camisa' do PEDRA foi o Ivan. No primeiro minuto do primeiro ensaio com ele, já não tínhamos mais dúvidas que ele era o cara certo".


Por que houve a decisão por letras em português, num mercado globalizado que cada vez mais opta pelo uso do inglês? Rola alguma repercussão lá fora, mesmo assim?

Rodrigo: "Na verdade nunca houve alguma decisão pois nunca houve alguma discussão na banda em torno desta questão. Sempre escrevemos em português, isso é consensual. Mas já cogitamos a possibilidade de gravarmos algo em inglês e espanhol, porque achamos uma idéia bem legal e pode abrir outras portas. Mas curiosamente rola uma ótima repercussão lá fora, mesmo com o som cantado em português. Um exemplo disso aconteceu em janeiro do ano passado, quando fomos uma das bandas mais pedidas e executadas na web radio americana K94fm. O primeiro disco também foi muito bem resenhado no sites 'Rokker' (Argentina) e 'Santa Cruz Rock' (Bolívia). Em maio deste ano, a animação de 'Longe do Chão', do 'Pedra II', foi destaque no conceituado 'New Musical Express' da Inglaterra. E graças a Last FM, YouTube, MySpace e toda a mídia online, o PEDRA tem rolado constantemente em outros países".

Como rola a divisão dos vocais principais na banda?

Rodrigo: "Cada música rola de uma forma diferente, não há regras. Normalmente os vocais principais são definidos nos ensaios, por quem teve a idéia de uma melodia de voz para a canção. Mas teve casos em que a pessoa que criou a melodia de voz não ficou bem cantando a música, logo experimentamos outra voz. Outras vezes alguém cria a melodia de voz e a letra, e acaba assumindo o vocal principal. Varia de música para música".

Existe por parte de algumas pessoas uma certa tendência a endeusar determinadas épocas, e no caso específico do tipo de som que faz o PEDRA a banda acaba sendo associada aos anos setenta; existe mesmo isto por parte dos integrantes do grupo, ou é apenas uma impressão?

Rodrigo: "Acredito que seja uma impressão. Somos influenciados por diversos estilos musicais, inclusive a música que foi feita nos anos 70. Mas não somente ela. Nosso som pode remeter a diversas coisas, mas na verdade está sendo feito em 2008, ou seja, é um som atual".

E quais são as maiores influências dos integrantes?

Rodrigo: "Nossas influências são muitas: rock, pop, soul & funk, MPB, jazz, experimentalismo, psicodelia, hard rock, progressivo, folk, e muitas outras".

Como foi a experiência de abrir o show do URIAH HEEP no festival Rock In Concert Brazil 2006, no Via Funchal (SP)?

Rodrigo: "Foi uma experiência sensacional, afinal o URIAH é uma banda que curtimos muito, principalmente eu e o Luiz. Além disso, foi uma oportunidade ótima para a banda divulgar seu recente lançamento, o disco 'Pedra'. O que mais gostamos foi a resposta do público para com a banda, a galera curtiu muito. Várias pessoas que viram nosso show, disseram-nos posteriormente que ele foi muito bom, e isto logicamente é muito gratificante. Infelizmente tivemos muitos problemas com a monitoração no palco, e isto prejudicou um pouco nosso show. Mas acredito que o recado foi dado".

Apesar do PEDRA ser uma banda com músicos experientes, existe nitidamente uma grande vitalidade envolvida, não apenas do ponto de vista musical, mas também na divulgação do trabalho como um todo. Website, Orkut, MySpace, YouTube, videoclipes, vocês tentam usar todas as ferramentas ao alcance de vocês, certo?

Rodrigo: "Certo, nós não paramos. Temos que bem aproveitar o que a tecnologia nos oferece para divulgarmos nosso som. Acreditamos muito no potencial da banda, mas precisamos cada vez mais divulgá-la, e é aí que entra também a Internet. Tudo é válido para divulgar seu trabalho e sua música. Em todos nossos shows é feito um minucioso trabalho de assessoria de imprensa, além da divulgação via mailing list da banda. Fazemos cartazes, flyers e colocamos também chamadas na rádio. O nosso Website, o Orkut, o MySpace e YouTube são atualizados constantemente, e mostram tudo sobre a banda. Fora a mídia online, a banda também faz a divulgação tradicional na mídia impressa (revistas, jornais, fanzines, etc), nas rádios e na televisão. Além de São Paulo capital, a divulgação também é feita no interior, em outros estados, e também em outros países, como comentei numa pergunta anterior. E temos tido excelentes resultados para uma banda independente relativamente nova".


Como você compararia os dois discos?

Rodrigo: "Para mim o 'Pedra II' é um salto muito grande que a banda deu em busca de sua identidade. O primeiro disco possui ótimas músicas, e muitos bons momentos. Mas ao mesmo tempo não era o time definitivo. O novo 'Pedra II' mostra a banda unida e coesa, ele passa ao ouvinte mais solidez e unidade. Para mim, o 'Pedra II' superou o 'Pedra'".

Enquanto o álbum de estréia trazia duas ("Amanhã de sonho" e "O dito popular"), o novo conta com uma faixa mais "acessível": "Nossos Dias", uma canção "Pop", feita para tocar nas rádios... a idéia é esta mesmo? Qual é afinal o objetivo com estas músicas - ou elas simplesmente saíram assim?

Rodrigo: "Elas simplesmente saíram assim. Após prontas e arranjadas é que constatamos que são músicas pop, que possuem um forte apelo radiofônico. Com 'O dito popular' entramos para a programação diária da rádio paulistana 107,3FM (Brasil 2000), e 'Nossos Dias' também marcou presença na programação da mesma rádio".

Por que optaram por regravar "Filme de Terror", de Sérgio Sampaio, para o "Pedra II"?

Rodrigo: "Há tempos vínhamos cogitando a possibilidade de regravar alguma música. Mas adotamos alguns critérios para essa escolha que foram:

1) a música tinha que ser condizente com a obra do PEDRA;
2) a música não podia já ter sido regravada;
3) a música deveria ser de algum autor pouco explorado.

'Filme de Terror' veio como sugestão do Xando, que tinha o disco 'Eu quero é botar meu bloco na rua' (1973) desde criança. Não acreditamos que alguém ainda não a tivesse regravado. Caiu como uma luva! Adoramos a música, inclusive por sua letra ser totalmente atual. Após 35 anos ainda vivemos um filme de terror".

Como foi que tiveram a idéia de fazer o clipe da música "Longe do Chão", usando uma animação computadorizada já existente, e feita no Canadá? Como houve o envolvimento do Celso Barbieri?

Rodrigo: "O vídeo de 'Longe do Chão' foi baseado na animação chamada 'Android 207', de autoria do artista canadense Paul Whittington. Celso Barbieri, residente em Londres há mais de 20 anos, produtor de shows, jornalista e artista gráfico, com uma longa história dedicada ao rock brasileiro, adquiriu especialmente para a banda, os direitos deste vídeo para uso em todo Brasil. A animação foi então reeditada por ele em Londres e enviada para a banda. Barbieri foi um produtor muito ativo nos anos 80 no Brasil, e foi nessa época que conheceu o Xando e o Luiz. Inesperadamente, ele nos mandou de presente o clip de 'Longe do Chão'. Adoramos e ficamos impressionados pois coincidência ou não, vínhamos planejando fazer um clip em animação, e de repente ele surgiu como que por mágica! O melhor ainda estava por vir: o clip tornou-se destaque no You Tube Brasil, atingindo a incrível marca de mais de 50.000 visitas em pouco mais de um mês".

A sacação de se preparar uma revistinha em quadrinhos para abrigar o novo disco, em vez de se montar um CD tradicional, com caixinha e encarte, foi bem bacana também. O objetivo foi o de agregar valor, e com isso tornar o produto mais atrativo em dias nos quais o download gratuito toma conta do mercado?

Rodrigo: "Sem dúvida. O CD hoje em dia é mais um souvenir para o fã. Como você bem frisou, a idéia da revista é agregar valor e oferecer 'algo a mais'. O CD-HQ é bem mais interessante do que um CD com um encarte convencional. Para a concepção gráfica de 'Pedra II' contamos com a preciosa colaboração do artista multimídia Diogo Oliveira. Ficamos todos satisfeitíssimos com o resultado".

Mesmo assim vocês mesmos colocaram o disco disponível para download no site de vocês, totalmente de graça. O lance é ganhar grana somente com os shows mesmo? Bem, parece que essa é a tendência mundial...

Rodrigo: "Pretendemos ganhar grana de toda forma possível e viável (hehehe!). Mas realmente a grana tem entrado dos shows, apesar de que as vendagens dos CDs tem indo muito bem, para nós que somos totalmente independentes. Também recebemos por execução em rádio e TV, já que estamos desde 2005 na programação da rádio 107,3 fm, e nossos clips também estão na programação diária da rede NGT".


Que som de órgão é aquele que você tirou na "Jefferson Messias"? Farfisa? (risos!)

Rodrigo: "Ahahah... o som de orgão da 'Jefferson Messias' não é um Farfisa. A idéia realmente era alcançar um timbre 60´s, a la Farfisa ou Vox Continental, e para isso usei meu simulador de Hammond 'OB-3' da Oberheim. Ficou bem no estilo".

Nesta música vocês contaram com a ajuda de Cezar de Mercês, grande compositor e ex-integrante d'O TERÇO. Como ocorreu o convite, e como foi trabalhar com ele?

Rodrigo: "Conhecemos o Cezar no backstage de um show do PEDRA em julho de 2006. A sintonia foi instantânea, e combinamos de realizar alguma parceria juntos. No final do ano de 2006, tivemos a idéia de preparar um show multimídia, integrando música, artes plásticas e teatro, e qualquer outro elemento que pudesse tornar o show não convencional. Convidamos o grupo de teatro 'Comédia de Gaveta', dirigido por Lu Vitaliano, e a cenografia ficou a cargo do Diogo Oliveira. Convidamos também uma banda para dividir o show, e no caso a banda convidada foi o PARABELUM, um power-trio capitaneado pelo veterano Cezar. O show foi realizado no Centro Cultural São Paulo, em fevereiro de 2007, e foi um sucesso. Foi uma grande satisfação conhecer o Cezar pessoalmente, eu já era grande admirador de sua obra no TERÇO e de seu trabalho solo. A oportunidade de realizarmos uma parceria musical surgiu quando eu estava escrevendo a letra de 'Jefferson Messias' e em um dado momento não sabia qual direção a seguir. Achava que a letra estava perdida. Pedi ajuda a Cezar, que muito gentilmente me atendeu. Sua colaboração engrandeceu descomunalmente a música. Temos muito orgulho dessa parceria, o resultado ficou excelente. Além do seu enorme talento multimídia, o Cezar é uma pessoa sensacional, de uma grande simplicidade e coração. Foi um prazer trabalhar com ele, e esperamos realizar novas parcerias, sempre".

Vocês já têm alguma idéia de como irão prosseguir, em relação a lançar mais discos no futuro, ou não? A necessidade de se agrupar as músicas num trabalho único é um paradigma sendo quebrado no momento...

Rodrigo: "Curioso comentarem isso, pois este assunto é pauta de discussão constante nas reuniões da banda. Com a decadência da indústria fonográfica, a situação no momento está indefinida. Parece que estamos voltando aos anos 60, onde bandas como os Beatles lançavam primeiro os famosos 'singles'. Nossa idéia é continuar produzindo e lançando as músicas conforme as idéias forem surgindo. Mal lançamos o 'Pedra II' e já começamos a trabalhar na pré produção de novas canções, acredita? Podemos lançá-las em formato single, e quem sabe lançá-las também em compacto de vinil, por que não? A idéia é sempre prosseguir, rolar a pedra de uma nova forma. Acredito que só tempo irá dizer como devemos prosseguir, e qual direção devemos tomar..."

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Sobre Rodrigo Werneck

Carioca nascido em 1969, engenheiro por formação e empresário do ramo musical por opção, sendo sócio da D’Alegria Custom Made (www.dalegria.com). Foi co-editor da extinta revista Musical Box e atualmente é co-editor do site Just About Music (JAM), além de colaborar eventualmente com as revistas Rock Brigade e Poeira Zine (Brasil), Times! (Alemanha) e InRock (Rússia), além dos sites Whiplash! e Rock Progressivo Brasil (RPB). Webmaster dos sites oficiais do Uriah Heep e Ken Hensley, o que lhe garante um bocado de trabalho sem remuneração, mais a possibilidade de receber alguns CDs por mês e a certeza de receber toneladas de e-mails por dia.

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