Em 29/04/1993: Mick Ronson morre de câncer
Postado em 08 de abril de 2007
Em 29/04/1993: Mick Ronson, guitarrista que se notabilizou por trabalhar com David Bowie no "Ziggy Stardust", morre de câncer aos 46 anos de idade.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
Como é a estrutura empresarial e societária do Iron Maiden, segundo Regis Tadeu
Derrick Green explica por que seu primeiro disco com o Sepultura se chama "Against"
Por que David Gilmour é ótimo patrão e Roger Waters é péssimo, segundo ex-músico
Matt Sorum admite que esperava mais do Velvet Revolver
O guitarrista que usava "pedal demais" para os Rolling Stones; "só toque a porra da guitarra!"
Metal Hammer coloca último disco do Megadeth entre os melhores da banda no século XXI
A música do Iron Maiden sobre a extinção do Banco de Crédito e Comércio Internacional
Metallica não virá à América do Sul na atual turnê, destaca jornal
O melhor compositor de rock de todos os tempos, segundo Elton John
A canção que Raul Seixas gravou "por brincadeira", mas que seria cancelada hoje em dia
A pior banda que Mick Jagger já ouviu: "Horrível, lixo, estúpido, porcaria nauseante"
Metal Allegiance lança nova música com William DuVall (Alice in Chains) nos vocais
A única banda de rock brasileira dos anos 80 que Raul Seixas gostava
Cinco bandas que lançaram um hit e nunca mais repetiram o sucesso com outras músicas
Kiss: Gene gostava de Beatles porque seus pais não gostavam
Os 4 artistas que melhor misturaram rock e religião, segundo Regis Tadeu


O músico que seria salvo pelo The Who, ficou a ver navios e David Bowie o tirou da lama
Dez anos sem David Bowie; 10 músicas que ajudam a mapear o tamanho da obra
O personagem cinematográfico da Disney que foi inspirado em David Bowie
O artista que Ian Anderson coroou como "a mãe da reinvenção"
O maior rockstar que existiu para David Bowie, que pensava a canção como gesto e atitude



