Symphony X: Os primórdios musicais e influências da banda
Postado em 01 de janeiro de 2000
Russell Allen (vocal) ainda adolescente se mudou da Califórnia para Nova Jérsei. Começou a cantar aos 6 anos, e se iniciou no meio rocker depois de ouvir Van Halen pela primeira vez. Na sua banda Barber Shop Quintett aprendeu a trabalhar com outros músicos. Rusell é o vocalista perfeito para o Symphony X. Entre suas influências estão Tony Martin, Dio, Ray Gillan e Glenn Hughes.
Michael Romeo começou a tocar guitarra com 14 anos e desde então não parou de se aprofundar em suas impressionantes técnicas no instrumento. Suas influências variam de Al diMeola e Steve Vai a Allan Holdsworth e Yngwie Malmsteen. Músicos e compositores como Frank Zappa, Chick Corea, J.S. Bach e John Williams causaram nele uma boa impressão. Aos 19, Michael era um dos finalistas do concurso de guitarra "Sam Ash Music Store", que tinha nível nacional, englobando participantes de todo os EUA. Suas habilidades e composições foram realçadas na Guitar World, Guitarist Network, Metal Brigade e Burrn.
Jason Rullo (batera) começou a tocar bateria aos 11 anos. Foi influenciado por Dennis Chambers, Manu Katche e Gary Husband, e toca algo entre metal progressivo e fusion. Dá ênfase ao aspecto de metal progressivo da banda.
Michael Pinella (teclados) começou a tocar piano aos 5 anos. Durante os anos de ensino médio, devotou seu tempo à Música Clássica. Após este período, entrou na Montclair State University e se formou em piano clássico. Tocou com a New Jersey Chamber Music Society e com compositores como Felix Kruglikov e Zubin Metha da Filarmônica de Nova Iorque. Suas principais influências são Elton John, Jon Lord e Rick Wakeman. O Symphony X proporciona Michael viver suas fantasias musicais com um grupo de músicos talentosos.
Thomas Miller (baixo) começou a tocar aos 9 anos, após ter ido ao um show ao vivo do Kiss. Depois foi influenciado por bandas progressivas como Rush e Yes. Conheceu Michael (Romeo) em 1986 e tocaram juntos em alguns pubs. Miller quebra as barreiras tradicionais do baixo tocando e, além disso, se tornou parte integral do som do Symphony X.
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