"Legacy Of Kings", o álbum que elevou o HammerFall ao panteão do Power Metal mundial
Por Michel Sales
Postado em 13 de outubro de 2024
Estabelecendo o HammerFall no cenário internacional, consolidando o estilo tradicional do Heavy Metal que homenageia bandas clássicas como Judas Priest e Iron Maiden, o segundo disco dos suecos surgiu como um clássico.
Lançado em 1998, 'Legacy Of Kings' é um discaralhoooo atemporal do HammerFall, sobretudo, seguindo o estilo Power Melódico, com guitarras rápidas, vocais poderosos e refrões grandiosos.
A temática das músicas envolve batalhas épicas, mitologia e cavaleiros, elementos comuns no estilo. A faixa-título, "Legacy of Kings", exemplifica o som épico e grandioso que o álbum traz, enquanto faixas como "Heeding the Call" e "Let the Hammer Fall" são alguns dos destaques que se tornaram favoritos entre os fãs.
Na época, a formação da banda no álbum incluiu: Joacim Cans (V), Oscar Dronjak (G), Stefan Elmgren (G), Magnus Rosén (B) e Patrik Räfling (D). Essa formação foi essencial para o som de Legacy of Kings, com a combinação de vocais melódicos de Joacim Cans e os riffs pesados e rápidos de Oscar Dronjak e Stefan Elmgren, criando uma base sólida para o álbum.
Pela crítica e pelos fãs do gênero, o trampo foi amplamente aclamado, sendo frequentemente citado como um dos melhores álbuns de Power Metal dos anos 90. A produção clara e polida, juntamente com os arranjos melódicos e o poder dos vocais de Joacim Cans, foram elogiados.
Legacy of Kings ajudou a catapultar o HammerFall para a fama global, especialmente na Europa, América do Sul e Ásia, onde o Power Metal já tinha uma grande base de fãs. Além disso, o álbum desempenhou um papel fundamental no renascimento do Heavy Hetal tradicional, influenciando várias bandas que surgiriam no final dos anos 90 e início dos anos 2000.
No mais, Legacy of Kings permanece um dos álbuns mais icônicos do HammerFall, e várias das suas músicas são constantemente tocadas nos shows da banda. Esse disco pavimentou o caminho para que o HammerFall se tornasse uma das bandas líderes no Power Metal mundial, também ajudando a solidificar o status do quinteto como um dos principais nomes no renascimento do metal tradicional no final dos anos 90, ao lado de outras bandas como Blind Guardian, Stratovarius, Angra, Rhapsody, Helloween e Gamma Ray.
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