Resenha - Neon Desert - Neon Desert
Por Jorge Felipe Coelho
Postado em 05 de março de 2020
Nota: 8 ![]()
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Com influências que passam pelo stoner rock do Queens of the Stone Age, o rock alternativo do Foo Fighters e o metal do Black Sabbath, a banda independente carioca Neon Desert realizou um bom trabalho de estreia.
Auto intitulado, o álbum do grupo saiu no final de 2018 e foi gravado no LF Studios, no Rio de Janeiro. Lucas Pereira (vocal), Ted Hoppus (baixo e guitarra) e Luis Felipe (bateria) gravaram e produziram todo o trabalho.
Em 2019 o trio contou com a presença de Felipe Ramos, da banda Pedras Pilotáveis, como guitarrista nos shows. Ao chegar entre os finalistas que participaram em um concurso para a abertura do show de Brant Bjork (ex-Kyuss) em São Paulo, cavaram a entrada no selo voltado ao stoner rock Abraxas.
Neon Desert traz, em dez canções, um som orgânico e pesado ao mesmo tempo. Fortes e marcantes linhas de bateria servem de suporte para riffs de guitarra pesados sob o vocal melódico em inglês de Lucas.
Influences e Fool’s Choice remetem ao Foo Fighters - a última com viradas de bateria que lembram o hit Best of You. Em Please Don’t Shoot Me With My Own Gun a pentatônica rola solta em riffs guitarreiros com a cara de Tony Iommi. O single House of Matches, primeiro clipe da banda, é conduzido por uma melódica linha de baixo que cresce no refrão com os vocais dobrados.
Fica a recomendação para conferir o caldeirão de boas influências musicais que é o trabalho da Neon Desert, disponível nas plataformas de streaming Spotify e Deezer.
Tracklist:
1 - Evil Blood
2 - Sugar Tree
3 - Influences
4 - Shockwave
5 - Make Me Stay
6 - Bittersweet
7 - Lusty Beat
8 - Fool’s Choice
9 - Please Don’t Shoot Me with My Own Gun
10 - House of Matches
Leia mais no Boletim do JF, disponível no link abaixo:
http://radiocatedraldorock.com/news-58-boletim-do-jf-03
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