Forkill: O Thrash Metal Carioca a todo vapor
Resenha - Sound of the Devil's Bell - Forkill
Por Thiago Barcellos
Postado em 11 de setembro de 2019
Nota: 9 ![]()
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Formada em 2010, com um full-lenght já na pista (Breathing Hate, de 2013) o Forkill está de volta com os dois pés na porta com o eficiente "The Sound of the Devil's Bell", lançado pela Dark Sun Records e disponível em todas as plataformas digitais.
O capricho e profissionalismo começa na embalagem da parada. Com pôster, brindes e uma arte conceitual INCRÍVEL o CD físico se faz obrigatório para quem já é ou vai se tornar fã da banda.
A capa incrivelmente foda é um trampo do artista Rafael Tavares,que já fez algumas capas de bandas no cenário nacional, como Torture Squad.
Agora vamos ao disco: o Forkill nos entrega um álbum direto, thrash bate cabeça do início ao fim.
A belíssima introdução "Succubus' Lamment" nos transporta diretamente aos anos 80, com aquele dedilhadinho safado que as bandas de thrash costumavam inciar seus álbuns clássicos. O arranjo de vozes é de muito bom gosto, e meio que te "amacia" pra porrada que abre de fato o disco, "Emperor of Pain". Thrashão para abrir roda e bater cabeça até cansar.
A banda mostra ao longo do disco as influências clássicas de Thrash, mas algo da escola alemã (Kreator, Destruction) e principalmente Sepultura saltam aos meus ouvidos, mas a grande parada é que o Forkill consegue ter a sua própria cara, e não soa como cópia.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
"Let There be Thrash" segue com o ritmo acelerado, e na "Keepers of Rage" cadencia o headbanging com um riff matador, um dos favoritos de todo o disco.
A "Warlord" tem uma levada que traz algo de Slayer aos ouvidos, e na "When Hell Rises" a banda mostra uma boa mistura de riffs melodiosos e pesados em seus quase 6 minutos e se mostra a mais diferenciada e trabalhada do disco. Grande composição!!
Aí entra "Leviathan", mais uma faixa com um arranjo dedilhado de muito bom gosto que com certeza vai nos preparar para a trinca "R.E.D.", "Killed at Last" e "Old Skullz". Todas elas com cerca de 3 minutos e não terão piedade do seu pescoço.
"In Your Face", minha favorita do disco, tem um instrumental inspirado e um refrão com umas vozes de fundo que ficaram bem diferente e originais.
Aí vem a última (E igualmente linda) faixa com arranjo acústico, "Knights of Apocalypse" que fecha com chave de ouro um disco de Thrash Metal digno de figurar nos melhores lançamentos do ano.
Ah sim, ainda vem como faixa bônus, "Vendetta", do primeiro álbum.
E em tempos aonde o digital vem prevalecendo sobre o físico, eu vos digo: Comprem esse CD físico. O material é de qualidade, e os caras fazem valer seu suado dinheiro. Tanto na qualidade sonora quanto na arte gráfica.
Let There Be Thrash!!
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