Riot City: Estreia canadense em alta velocidade
Resenha - Burn the Night - Riot City
Por Henrique Figueiredo
Postado em 16 de julho de 2019
Nota: 9 ![]()
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Fundada em 2011, em Alberta, Canadá, o RIOT CITY executa um Speed calcado nas raízes do gênero, com claras referências aos baluartes do estilo, como ACCEPT, JUDAS PRIEST, TANK, entre outros. Em oito anos de atividade, o grupo lançou a demo Livin' Fast, em 2014, e o split Masters of Metal: Vol. 1, em 2016. Finalmente, em 2019, lançam o full lenght Burn The Night.
Ao longo de suas oito faixas, o quinteto realiza uma grande homenagem ao Heavy Metal dos anos oitenta: refrões grandiosos, guitarras gêmeas criando um clima que nos faz imaginar o quão bom deve ser bangear na beirada do palco de um de seus shows. A cozinha é entrosada, garantindo ao longo do play o peso certo enquanto as guitarras duelam entre si.
A faixa título trás um riff matador, com melodia no ponto certo, além de um solo virtuoso, sem soar enfadonho. Warrior Time, a música de abertura, pode fazer um ouvinte distraído se perguntar se este não é algum disco de uma banda perdida da NWOBHM. livin' Fast é um Speed Metal no melhor sentido da palavra, enquanto Halloween Midnight chama atenção pela seus belos solos.
Burn The Night é o disco perfeito para mostrar para aquele amigo que insiste em dizer que o Heavy Metal está morto, ou para aquele tiozão que mantém a cabeça fechada, alegando não existir nada de interessante sendo feito atualmente. Um disco perfeito para acalentar saudosistas ou cativar novos adeptos ao Heavy Metal tradicional.
Line-up:
Dustin Smith: Baixo
Cale Savy: Guitarra e vocal
Roldan Reimer: Guitarra
Chad Vallier: Drums
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