Ne Obliviscaris: Singularidade e grandeza

Resenha - Citadel - Ne Obliviscaris

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Por Marcondes Pereira
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Nota: 10

De tempos em tempos, aparecem bandas no metal que conseguem ser originais desde o seu início de carreira. Felizmente, o Ne Obliviscaris é um destes incríveis casos. Rotular à música deste grupo é uma tarefa tão hermética quanto definir à sonoridade de bandas como Borknagar, Vintersorg e Green Carnation.

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"Citadel" (2014) é um álbum excêntrico em três níveis. Primeiro, a quantidade de músicas instrumentais (Metade de álbum), segundo, no comprimento das faixas, pois três delas passam facilmente dos dez minutos e por último, mas não menos importante: O som

Falar da música destes australianos é falar de canções viajantes, agressivas, quebradas e poderosas, com intervenções que vão de uma delicadeza absurda, para uma simplicidade melódica e rítmica digna de aplausos.

Este não é um álbum fácil de se assimilar, pela quantidade de características sonoras tanto do heavy metal, quanto fora dele que apresenta, todavia ele consegue ser de maneira eficaz mais um representante autêntico da inventividade infinita da música pesada, e o melhor, com personalidade própria.

Ne Obliviscaris - Citadel.
2014 / Season Of Mist

Faixas:
1) Painters Of The Tempest (Part I): Wyrmholes (Instrumental)
2) Painters Of The Tempest (Part II):Triptych Lux
3) Painters Of The Tempest (Part III): Reveries From The Stained Glass Womb (Instrumental)
4) Pyrrhic
5) Devour Me, Colossus (Part I): Blackholes
6) Devour Me, Colossus (Part II) : Contortions (Instrumental)




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Sobre Marcondes Pereira

Marcondes Pereira, paulista, poeta, escritor e tradutor em início de carreira. Gosta de escutar e estudar todos os sub-estilos de Heavy Metal, também faz algumas palestras para difundir o fascinante universo do Metal e tem fascínio pelos discos conceituais.

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