Recker: resenha do segundo álbum, Manifest Destiny
Resenha - Manifest Destiny - Recker
Por Anderson Pulégio
Fonte: On The Road Magazine
Postado em 02 de setembro de 2018
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Recker foi formado como um projeto solo de Rich Recker por volta de 2008. Depois de um lançado em 2009, a banda lançaria o álbum debut em 2010 intitulado "Tragedy and Triumph". Este resenhado no blog exatamente 8 anos atrás (confira depois caso tenha perdido).
Agora chegou a hora de conferir o segundo trabalho "Manifest Destiny" lançado em 2018 por eles após alguns EPs e uma coletânea.
O primeiro álbum chegou a ser um dos top sellers com o seu som hard n' heavy dos bons tempos, eu diria mais um heavy rock, acho que combina mais com o estilo da banda.
O álbum tem início com a faixa-título "Manifest Destiny"com sua velocidade média, mas com riffs e vocais se destacando e também deixando espaço para a bateria e baixo aparecerem.
Meu primeiro contato com este álbum foi com o vídeo da música contida aqui "Hellbound"(que vocês podem conferir abaixo) e sem dúvida uma das melhores do álbum, com vocalizações excelentes.
A seguinte "King" tem todos os elementos para acertar com jeito nos ouvidos, uma faixa bem construída, o resultado chega a empolgar.
Mais dois destaques ficam com "Light it Up" com um groove de blues em algumas partes e a metálica com toques modernos "Lets Us Prey".
Confiram o som deles e entrem em contato para adquirir este álbum diretamente com a banda.
Band:
Rich Recker - Vocals/Bass/Guitars
Peter Brun - Guitars/Lead/Guitar
Tom Slaughter - Drums
Additional Musicians:
Rick Sheldon - Lead guitar on Light it Up
Barry Edward - Lead guitar on Dark Days
Eric Maldonado - Lead guitar on Let us Prey
Randy Vaughn - Lead guitar on Hellbound
Mikle Gardiner - Backing vocals on King/Hellbound
Fonte:
http://ontheroadmagazine.blogspot.com/ -
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O vocalista que tatuou a banda no braço e foi demitido em seguida
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Para Geezer Butler, capa de disco do Black Sabbath é "a pior de todos os tempos"
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
Para Matt Sorum, Velvet Revolver poderia ter sido tão grande quanto o Guns N' Roses
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
Os títulos de músicas do Metallica que aparecem em "The Last Note", do Megadeth
A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Dave Mustaine aponta o que poderia resolver sua relação com o Metallica
A sincera opinião de Jéssica Falchi sobre o Iron Maiden sem Nicko McBrain
O clipe do Linkin Park que não envelheceu bem, na opinião de Mike Shinoda
O dia que músico expulso dos Beatles desabafou com João Barone: "Ele ficou triste"
O megahit do Iron Maiden que não representa o som da banda, segundo Steve Harris


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



