Appalooza: Um cavalo selvagem correndo sem fronteiras
Resenha - Appalooza - Appalooza
Por Ricardo Cunha
Postado em 02 de abril de 2018
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
A banda Appalooza, oencontra sua essência na poeira de um deserto pedregoso, seguindo os caminhos de bandas como as Queens Of The Stone Age, Kyuss, Alice in Chains, Soundgarden, Red Fang e outras. O passeio pela história da banda, fundada em 2012, começa numa cidade francesa do extremo oeste chamada Brest, quando os três amigos se juntaram para formar o trio. A voz vibrante do vocalista e guitarrista Sylvain Morel encontra na pegada poderosa do baterista Vincent Kermagoret e no baixo pulsante de Gaëtan Lemaire as âncoras perfeitas para desenvolver sua identidade como grupo. A banda inesperadamente vence um concurso de música acústica no verão de 2012 e lança um álbum de quatro faixas intitulado 'Squamata' em março de 2013. Várias sessões de ensaios e algumas centenas de shows depois, a banda lança seu primeiro clipe oficial: 'Darkening', que funciona como uma mostra de seu desempenho de palco. No final de 2014, lançam um EP de 4 faixas, intitulado 'Chameleon', que seguiu-se de um clipe com o mesmo nome.
Appalooza (2018) nada mais é do que a regravação das músicas dos dois EPs com a substiuição de algumas faixas. No entanto, a banda conseguiu dar uma cara própria ao apanhado de canções aqui presentes e por esse motivo, é difícil notar que as mesmas 'não' sejam produtos da mesma série de seções de criação. No geral, todas as composições são boas e, - um lance interessante para este que vos escreve é que - todas as canções, apesar de parecerem bem influenciadas pelo Grunge (Pearl Jean, Alice in Chains e SoundGarden e Nirvana), mantém certo alinhamento com o metal. Primeiro, porquê têm personalidade; segundo pelo peso que é um elemento mais característico das bandas de Metal. Nessa linha de pensamento, os destaques são as músicas 'Obsolescence', 'Chameleon', ' Animalia' e 'Trick Up Your Sleeve'. Um belo disco que recomendo para todos os que mantém os ouvidos e os olhos abertos para o presente!
Tracklist:
01-Obsolescence - 06:01
02-Glory Pain - 04:47
03-Chameleon - 06:42
04-Roadblock - 03:31
05-Animalia - 05:01
06-Hourglass - 05:12
07-Take It As It Comes - 06:13
08-Trick Up Your Sleeve - 04:27
09-Squamata - 07:14
10-Matador - 05:32
Referências: Appalooza, Spirit Of Metal
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



"Deveríamos nos chamar o que, Iron Maiden?": Geddy Lee explica manutenção do nome Rush
5 discos obscuros de rock dos anos 80 que ganharam nota dez da Classic Rock
"Provavelmente demos um tiro no próprio pé" diz Rich Robinson, sobre o Black Crowes
O Monsters of Rock 2026 entregou o que se espera de um grande festival
Alvin L, compositor de hits de sucesso do pop rock nacional, faleceu neste domingo
Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"
Jon Oliva publica mensagem atualizando estado de saúde e celebrando o irmão
A banda iniciante de heavy metal que tem como objetivo ser o novo Iron Maiden
Exausto das brigas, guitarrista não vê a hora de o Journey acabar de vez
As bandas que Steve Howe recusou antes de se juntar ao Yes
Produção do Bangers Open Air conta como festival se adaptou aos headbangers quarentões
Angela Gossow afirma que Kiko Loureiro solicitou indenização por violação de direitos autorais
A música de guitarra mais bonita da história, segundo Brian May do Queen
Novo baterista do Foo Fighters, Ilan Rubin conta como conseguiu a vaga
Anika Nilles relembra como foi seu primeiro ensaio como baterista do Rush
O dia em que Papa João Paulo II explicou "Blowin' In The Wind" para Bob Dylan
Lemmy Kilmister sobre saída de Dee Dee dos Ramones: "Aquilo acabou com Joey"
Pink Floyd e a curiosa e quase desconhecida canção de Natal gravada pela banda


Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



