Sahara: Peso argentino voando baixo

Resenha - Light - Sahara

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Por Marcelo Hissa
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Nota: 8

Mais uma banda Argentina viajando por baixo do radar. Quem não está vigilante pode deixar passar um Doom daqueles que estouram seus speakers. Cavalgado em ritmo lento o som do Sahara evolui inexoravelmente à consumição do ouvinte imerso no hipnótico ecoar da guitarra distorcida-chiada.

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Debutar no universo criado e manipulado desde 1971 pelo pai Sabbath é missão pra lá de melindrosa, mas o The Light não desaponta. A faixa de abertura Saint Rose se arrasta por mais de dez minutos sem em momento algum fastiar a fome por peso. O vocal na mesma pegada não conduz a música, apenas pontua e fustiga o progresso da melodia. A faixa the Light marcha por 13 minutos distribuindo uma pancada sonora em cada ressoar da percussão. Skinburner é mais curta ese destaca pela âmago Stoner.

Se você é afeito ao Doom original e vibrante não se abstrai deixando essa pérola fugir do seu radar. Mas cuidado ao ouvir The Light no fone de ouvido, há riscos eminientes de ter sua massa cefálica esmagada pelo colapso da caixa craniana diante da pressão vindo de suas têmporas.

TrackList
1.Saint Rose 10:37
2.Wild 07:53
3.The Light 13:08
4.Mass Destruction 01:50
5.Skinburner 04:31
6.Rombai 8:32




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Sobre Marcelo Hissa

Médico em horário comercial, fanático e colecionador de música em tempo integral. Tipo de música preferida: a boa, se tiver peso melhor ainda.

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