Doomsday Kingdoom: mantendo a essência do Candlemass
Resenha - Doomsday Kingdom - Doomsday Kingdom
Por Junior Frascá
Postado em 10 de maio de 2017
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
E eis que depois de idas e vindas, o CANDLEMASS retorna! Mas ai você me diz: pêra ai, mas trata-se de outra banda! Exametamente; porém, o que temos aqui é o mais novo projeto da mente criadora da maior banda da história do doom metal (não vamos classificar dentre do estilo o BLACK SABBATH, ok?), o mestre Leif Edling.
Por óbvio o cara traz em seu DNA a essência de sua banda principal em todos os projetos que participa, como o AVATARIUM, por exemplo. Mas aqui a formula é exatamente a mesma, e mesmo com as mudanças na formação, e como se estivéssemos ouvindo o novo disco do CANDLEMASS, sem nenhuma alteração, já que Leif é responsável por todas as composições.
Ou seja, espere por faixas lentas, cheias de riffs hipnotizantes, arranjos épicos, e melodias que grudam de imediato em sua cabeça, para dela nunca mais sair.
O restante do line up que acompanha Leif nessa empreitada também é de respeito, com o vocalista do WOLF, Niklas Stålvind, Marcus Jidell, do AVATARIUM, SOEN, ex-EVERGREY nas guitarras, e Andreas 'Habo' Johansson, do NARNIA, na bateria.
Os vocais de Niklas são o grande destaque por aqui, com interpretações marcantes, e um timbre único, que em algumas faixas chega até a lembrar vozes femininas, mas sempre com muita personalidade.
Os destaques imediatos do trabalho ficam pra "Silent Kingdom", com pitadas de MERCYFUL FATE; "Never Machine", que remete aos primeiros álbuns do CANDLEMASS; " e "The Spectre", que parece ter sido tirada das sessões do álbum "King of the Grey Islands", da mesma banda.
A produção crua, porém precisa, assim como a belíssima arte gráfica, são outros dos atrativos dessa belíssima obra da morbidez sonora, e que certamente brigara forte pelo topo dos melhores discos de doom metal de 2017.
The Doomsday Kingdom – The Doomsday Kingdom
(2017 – Shinigami Records)
1. Silent Kingdom
2. Never Machine
3. A Spoonful of Darkness
4. See You Tomorrow
5. The Sceptre
6. Hand of Hell
7. The Silence
8. The God Particle
Outras resenhas de Doomsday Kingdom - Doomsday Kingdom
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As duas músicas do Judas Priest que Rob Halford detesta: "Lixo, só clichês"
O hit da Legião Urbana que foi mal interpretado como apologia ao fascismo
Os 3 artistas considerados "rock de tiozão" pelo baixista do Nirvana Krist Novoselic em 1992
As dez melhores músicas de thrash lançadas entre 2000 e 2020, segundo a Metal Hammer
O ajuste que Bruno Sutter sugere para a voz de Bruce Dickinson no Iron Maiden
Metal Hammer e Classic Rock classificam álbuns do Iron Maiden do pior ao melhor
Brian May diz que ele e Tony Iommi estão no novo álbum do Capitão Kirk
O motivo que Geddy Lee aponta para tanta gente simplesmente não gostar do Rush
A música do Judas Priest que tem um dos solos "mais gloriosos" do metal, segundo Rob Halford
Metal Hammer e Classic Rock ranqueiam discografia do Metallica do pior ao melhor
Regis Tadeu elege melhores e piores shows do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2026
Em 1986, leitores da Kerrang! escolhiam os melhores discos do ano
Regis Tadeu explica por que o Slipknot deve agradecer de joelhos a Eloy Casagrande
A canção que Axl Rose gravou sob efeito de cogumelos e que deixou o Guns N' Roses furioso
O dia em que Neil Peart descobriu que seus bateristas favoritos eram todos a mesma pessoa
A prática que RPM e Chacrinha faziam que fez dona do Circo Voador barrar a banda
A versão de Arnaldo Antunes sobre sua saída dos Titãs antes de "Titanomaquia"

Relevante como nunca, Totalitär retorna após vinte anos com EP furioso
Herman Frank - O motor barulhento, rápido e construído para rodar
Entre nostalgia, legado e recomeços, Beseech apresenta seu 7º álbum de estúdio
Veterano Sacrifice mostra que continua afiado como nunca no ótimo "Volume Six"
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida
Black Sabbath: Born Again é um álbum injustiçado?



