Monster Truck: O rock segue vivo, forte e pulsante
Resenha - Sittin' Heavy - Monster Truck
Por Ricardo Seelig
Fonte: Collector's Room
Postado em 11 de agosto de 2016
Na estrada desde 2009, o quarteto canadense lançou este ano o seu segundo disco, "Sittin’ Heavy". O álbum é o sucessor de "Furiosity", o bom CD de estreia dos caras, que saiu em 2013. Pra começar, uma boa notícia: ambos os títulos foram lançados no mercado brasileiro pela Hellion Records.
A proposta do Monster Truck é um hard rock direto, calcado em riffs e cheio de energia. A banda despeja testosterona pelas caixas de som, foca no que interessa e o resultado agrada em cheio. Com canções coesas e curtas, sempre com boas melodias vocais e refrãos fortes, o grupo mostra personalidade e potencial para fazer companhia pra gente, que não vive sem o bom rock and roll, por longos anos a fio.
Em relação ao primeiro trabalho há uma evolução bastante evidente, tanto no trabalho de composição quanto na produção, que é muito mais desenvolvida. O trabalho de guitarras é o principal destaque, adicionando mais variantes às influências da banda e construindo riffs fortes que ora vem do blues, ora da veia setentista que permeia o trabalho da banda. A alternância de vocais entre os quatro integrantes, bem como os constantes coros, adicionam ainda mais molho à mistura, resultando em um trabalho muito agradável de se ouvir.
Dando um passo respeitável em relação ao seu primeiro disco, o Monster Truck mostra inegável desenvolvimento em relação ao seu primeiro disco, tanto no excelente nível das faixas quanto em detalhes saborosos como a inclusão do órgão Hammond em algumas passagens. E ainda brinda nossos ouvidos com uma jóia do nível de "For the Sun", um hard blues não menos que sensacional!
Energia, peso e nada de enrolação: com o Monster Truck, o rock mostra que segue bem e muito vivo!
Outras resenhas de Sittin' Heavy - Monster Truck
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Angra anuncia relançamento de "Holy Land" em edição especial remasterizada
Seis fãs são hospitalizados após show do Angine de Poitrine em Montreal
A música esquecida do Led Zeppelin que Robert Plant acha simplesmente "linda"
O show clássico do Kiss que finalmente será lançado como álbum ao vivo
O álbum que Geezer Butler enxerga como tendo sido o começo do fim do Black Sabbath
O melhor disco dos anos 80, segundo a Classic Rock
As músicas lentas do Slayer que são essenciais, segundo a Louder
Gravação inédita de Raul Seixas cantando Rolling Stones é lançada oficialmente
Brasil de fora da tour de despedida do Rhapsody, mas Epica promete "celebração especial"
O clássico do rock que causou sono na plateia quando foi tocado ao vivo pela primeira vez
O ex-colega de banda no Pink Floyd com quem David Gilmour nunca mais falou
A música considerada a "ovelha negra" do "Black Album", segundo a Louder
O álbum de 1987 que Axl Rose nunca conseguiu superar: "Seria legal vender mais"
O álbum que é o ápice do tédio empacotado para a geração Z, segundo Regis Tadeu
Jorn Lande lança "Vi er Norge", música em apoio à seleção norueguesa na Copa do Mundo
O dia que Axl Rose pediu camarim de 70 mil reais no Engenhão e nem sequer entrou nele
Quando Belchior concordou plenamente com o Metallica, mas de nada adiantou
Fã pede música rara para o Metallica, banda responde no TikTok que ela "não é boa"


Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto



